(auto) desafio: um prompt fill por dia em dezembro por Senhorita Charlie


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Toalha em cima da cama era um problema recorrente.

Camile havia começado a sempre limpar o lençol dos pelos de Chris. Ela sempre deixava a geladeira cheia e os armários abastecidos. Ela cozinha e lavava/secava a louça em pelo menos 90%. Ela mantinha o apartamento limpo (por mais que Katherine tentasse reivindicar que só colocar as roupas para lavar e secar não era ajudava ela a ser alguém que dividia as tarefas de casa). 

Porém, Camile continuava deixando as malditas toalhas molhadas em cima da cama. O que havia de tão difícil em pendurar no lugar certo?

Provavelmente nada.

Katherine demorou algum tempo para perceber que talvez Camile estivesse fazendo aquilo de propósito. Por um motivo, digamos, quase justificável: sexo com Katherine irritada? Camile podia dizer que era ótimo.

A detetive estava no lugar de sempre, sentada no banco perto do balcão enquanto tomava o café-da-manhã. 

“Camile Fletcher Simons” Katherine falou quando parou perto dela, Camile virou para ela.

“Eu não fiz nada.”

“Não, claro que não. A sua toalha molhada apareceu sozinha na cama,”

“Eu prometo que vou parar com isso.”

“Você fala isso há meses” Katherine se aproximou o suficiente para colocar as mãos no balcão atrás dela “Já está na hora de fazer alguma coisa sobre isso.”

“É mesmo?” Camile podia sentir o que Katherine queria.

“Você precisa aprender” Camile deixou Katherine se encaixar entre as suas pernas “Se você insiste em continuar fazendo isso, eu vou precisar te punir.”

“E como você pretende fazer isso?”

“Eu vou te mostrar.”

Camile sorriu levemente para ela enquanto envolvia seu pescoço com os braços. Katherine pôs as mãos na cintura ela. (Katherine sabia que normalmente quem acabava com as mãos na cintura de alguém era a pessoa mais alta, mas Camile sempre os braços nos seus ombros e ela achava isso adorável.) A legista seguiu a linha do maxilar com pequenos beijos e mordidas exatamente do jeito que ela sabia que causava efeitos muito desejáveis em Camile.

Efeitos como pelos arrepiados na nuca, um gemido quase inaudível e ela envolveu as pernas ao redor do quadril da legista.

Camile já estava confortável o suficiente para andar ao redor do apartamento só de boxes e camisa sem mangas (havia demorado alguns meses para que ela se sentisse confortável o suficiente ao redor de Katherine para andar com poucas roupas). Então Katherine colocou as mãos nas suas pernas, as ponstas dos dedos 

“Eu vou te tocar, te foder com força” murmurou sem se afastar muito do beijo “Eu vou te provocar pra caralho” se moveu para murmurar no ouvido dela “Você só vai gozar quando eu deixar, quando eu te mandar gozar. E é essa sua punição.”

“Oh… oh merda.

“Ninguém mandou você me deixar puta com você.”

“Isso é cruel.”

“E você é uma filha da puta.”

“Quanta delicadeza…”

Camile sabia muito bem que podia ‘fugir’ disso. E que em qualquer momento ela podia pedir para Katherine parar. Elas podiam não ser exatamente um daqueles casais realmente que gostavam de BDSM, mas elas tinham safewords porque né, segurança e consenso estava sempre em primeiro lugar.

Então sim, podia ser uma ‘punição’, mas Camile podia pedir para parar à qualquer momento.

(Mas ela não realmente pretendia pedir para Katherine parar.)

Katherine deslizou as mãos para a parte interna das coxas de Camile ao mesmo tempo em que beijava o pescoço da mulher. Camile segurou a camisa da legista enquanto sua respiração se acelerava por causa dos toques.

Katherine segurou a barra da camisa de Camile e começou a levantar, Camile ergueu os braços para deixar a legista tirar essa peça de roupa. Katherine gostava de como Camile não costumava usar sutiã quando estavam em uma tarde como aquela.

Tranquila e era só sobre elas.

E Katherine conhecia os pontos fracos. Os pontos onde ela podia fazer Camile se arrepiar e quase implorar por algum alívio. Um desses pontos fracos eram os seios porque Camile era extremamente sensível ali. E Katherine gostava disso. E ela gostava porque era muito agradável aqueles momentos em que elas se pegavam no sofá. Camile podia colocar uma perna de cada lado das suas coxas e Katherine não precisava tirar nada mais do que a camisa e o sutiã para fazer Camile quase implorar por algo no seu colo.

Katherine mordeu seu ombro. Beijou e deixou marcas (porque elas eram quase adolescentes que gostavam de deixar chupões - Katherine gostava de ver como era fácil marcar Camile) sobre as clavículas, com direito a passar a língua e soprar só para fazer Camile suspirar.

Camile gemeu quando Katherine finalmente começou a dar atenção aos seus seios. Ela gostasva de explorar e tocar um pouco antes de se focar nos mamilos e senti-los ficarem rígidos sob os seus lábios.

Ela sentiu as pernas de Camile se apertarem mais ao seu redor. Ela continuou por mais alguma momentos. Ela colocou as mãos nas pernas da mulher e empurrou, Camile entendeu o ‘recado’ para soltar a legista. Katherine colocou as mãos nos braços dela e puxou para fazer Camile se levantar.

“Você pode pedir para eu parar, okay?”

“’kay.”

Sem ar, ofegante e rouca. Ótimo, Katherine pensou, um meio sorriso se lormou no seu rosto: “Vire-se.”

Camile não hesitou em fazer o que ela disse. O tom da legista não era rígido, mas era firme o suficiente para que fosse bem claro que era uma ordem. Katherine enfiou os dedos entre a pele e o cós da boxer e puxou para baixo até tirar. Camile Simons nua no meio da cozinha, era exatamente o que Katherine queria.

Passou a língua entre os lábios, ela realmente amava todos os detalhes de Camile. Ela amava as costas da detetive. Os músculos, as cicatrizes, as marcas, tudo nela e Katherine não sabia como ela demorou tanto tempo para perceber a perfeição da mulher.

“Simons.”

“Sim?”

“Onde estão as suas algemas?”

Camile apontou para onde ela havia deixado a jaqueta jogada, o coldre e as algemas também estavam lá. Katherine pegou as algemas e a chave, deixou a chave no balcão e segurou um dos pulsos da detetive.

“Eu não vou fazer isso se você não quiser.”

“Tudo bem.”

“Você pode me pedir para parar.”

“Eu sei.”

Katherine prendeu seus pulsos com as algemas, mantendo as mãos de Camile para trás. Colocou uma mão no seu ombro e empurrou suavemente: “Curve-se.”

Camile assentiu e obedeceu, se curvando para frente até deitar contra o balcão. Okay, estar naquela posição não era exatamente o seu plano para uma tarde normal. Porém, e daí? O frio do balcão só não a fez se arrepiar ainda mais porque ela já estava arrepiada pra caralho. 

As mãos de Katherine na sua buna, com força e possessividade, não a deixou mais molhada porque ela já estava molhada pra caralho.

Ela estava mais do que pronta para ser fodida com tanta força quanto Katherine quisesse. E Katherine queria com muita força.

Camile estava antecipando o sofrimento de segurar um orgasmos.

Ela gemeu baixo quando sentiu os dedos de Katherine ‘passearem’ pelo seu sexo. Molhado e que precisava de atenção. (Um ótimo motivo para Camile deixar seu lado passivo era que Katherine tinha dedos habilidosos, muito habilidosos.) Katherine se ajoelhou - porque ela podia se ajoelhar para uma mulher daquele jeito era prazeroso. 

E ela realmente gostava do sabor de Camile. Ela gostava de sentir a umidade e o calor e a sensação na sua língua, na sua boca. E ela gostava de tocar o clitória rígido… mas ela gostava mais de focar a atenção na fonte da umidade. E gostava de empurrar a língua lentamente para dentro e sentir os músculos vaginais ao redor da sua língua.

Ela podia ouvir os gemidos de Camile. Ela sabia que Camile nunca chegava ao ápice.só com penetração. Ela continuou ali por mais alguns momentos, mais aproveitando o sabor e o calor do que para realmente provocar a detetive.

Ela se levantou e a penetrou com o dedo indicador lentamente. Camile grunhiu. Ela curvou o dedo lentamente para fazer Camile gemer mais alto. Ela juntou o dedo médio, também levemente curvado.

“Katherine…” a voz falhando. Ofegante “Por… favor.”

“Não estamos nisso há nem quinze minutos, Simons” 

“E-eu sou fraca para e-essas coisas.”

Katherine sorriu. O sotaque da detetive pesou nas palavras e Katherine sabia o que isso significava: Camile estava completamente excitada, dolorosamente perto do limite. 

Katherine segurou um braço dela e pegou a chave, puxou a detetive até o sofá, fez ela se sentar (e jogou a chave na mesa de centro). Uma parte dela queria continuar provocando mais e mais, mas uma parte dela queria fazer que Camile chegasse até o ápice naquele momento. 

Se ajoelhou em frente à Camile. Apoiou as coxas dela nos ombros e beijou a parte interna das suas coxas. Pequenas mordidas delicadas, deixando pequenas marcas.

“Kathy…”

Katherine sorriu levemente antes de lamber cruelmente perto do sexo encharcado. Ela sentiu pena o suficiente para realmente cair de boca .E ela não precisou de muito esforço para fazer Camile chegar ao orgasmo que ela precisava. 

Katherine continuou lambendo só para aproveitar o sabor ao máximo porque ela era assim. Se afastou para pegar pegar a chave das algemas, passou os braços ao redor da cintura dela. Camiie se curvou para frente, deitando a cabeça no seu ombro enquanto Katherine soltava a algema.

Camile passou os braços ao redor dos ombros dela, aproveitando o momento para abraçar ela. Katherine jogou as algemas para o lado e abraçou ela de volta, as mãos abertas apertando ela contra si.

Katherine murmurou no seu ouvido: “Aprendeu a lição?”

Camile deu um meio sorriso: “Acho que preciso de mais algumas punições para aprender…”

Nome: Hey Sally (Assinado) · Data: 04/12/2017 19:47 · Para: Dia 03 - A toalha molhada

Meu casal!!!

De longe meu casal favorito.

Deu até uns negócios essa cena.

Muito bom.

 



Resposta do autor:

^^

Eu também amo esse casal kkkk

Interessante

Obrigada :)



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