A vida no mundo perdido [em hiatus] por Senhorita Charlie


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Terça-feira, 03 de janeiro de 2017

- Ei.

Amanda chamou baixo, colocando a mão delicadamente no seu ombro (por simples costume), mas se arrependeu no momento em que Ana se assistiu o suficiente para pular mais alto do que ela achou que alguém tão pequeno poderia pular. A psicóloga ergueu as mãos e deu um passo para trás, assustar a garota não era sua intenção. Ela poderia ter se estapeado, claro que Ana se assustaria fácil depois do que Mar havia acabado de fazer. Ela se lembrava de como Julia passou semanas se assustando levemente toda vez que ela se aproximava (mesmo que ela achasse que fosse a combinação do que Henrique quase fez e o que ela fez), ela deveria ter imaginado que não deveria simplesmente se aproximar e tocar aquele jeito, por mais delicado que fosse.

- Desculpe - ela abaixou as mãos e colocou para trás, juntando elas e entrelaçando os dedos - Eu não queria te assustar.

- Não, tudo bem - Ana cruzou os braços - Eu não vi você chegando, só isso.

- Você está bem?

- Uhum.

- Tem certeza? - Ela virou a cabeça um pouco para o lado. Ana tinha certeza que soltaria uma risadinha se fosse uma situação comum e não se ela ainda estivesse se sentindo assustada - Não precisa mentir para mim.

- Eu não estou mentindo - ela deu um passo para trás, mas a mureta estava bem ali e ela só não caiu porque Amanda foi rápida o suficiente para segurar ela. Ela se assustou um pouco, mas o braço segurando ela chamou sua atenção - O que aconteceu com o seu braço?

- Nada - a soltou e colocou a mão para trás outra vez.

- Você mente pior que eu.

Entre tentar se afastar e não assustar mais a garota, ela acabou deixando Ana segurar o seu pulso e puxar para dar uma olhada no seu braço. Os arranhões estavam vermelhos, alguns era apenas marcas das unhas que passaram sem tanta força assim e já estavam sumindo, outros foram fundos o suficiente para sangrar. Além de marcas dos dedos de quando Mar tentou segurar seu pulso com força o suficiente para ela soltar. Isso combinado com os arranhões que um filhote de cachorro pode deixar nela, seu braço estava em um estado que parecia muito doloroso.

-Amanda.

- Metade disso é culpa da Almôndega.

- Da o que?

- A filhote de labrador que a Simone me deu de Natal.

- Eu achava que gatos arranhavam e cachorros mordiam.

- Ambos fazem os dois.

- E a outra metade?

- Hm?

- Você disse que metade foi sua cachorra, e a outra metade?

- Nada...

- Mar, não foi?

- Não.

- Sei - ela apontou para um dos arranhões mais fundos, ainda um pouco inchado - Isso é recente. Muito recente, nem meia hora atrás.

- E como você sabe, Sherlock?

- Porque ainda sobrou um pouco de cérebro sob esse calor infernal do verão dessa cidade - ela desceu um pouco a mão, segurando a de Amanda, avaliando o hematoma no pulso - Além disso, não existem muitas pessoas por aqui que podem envolver o seu pulso.

- Nem está doendo.

- Sei - ela franziu o cenho enquanto tentava entender o padrão das marcas, ficou ainda mais confusa quando reparou que as marcas no outro braço eram apenas marcas das unhas de um cachorro - Isso não faz sentido.

- O que não faz sentido?

- Você ter marcas só em um braço. O que aconteceu, Amanda?

- Nada - Ana revirou os olhos e o olhar dela fez Amanda se perguntar se Ana havia passado tempo demais com Simone e aprendido a questionar ela sem falar nada ou se Amanda só estava mais sensível do que o comum - Okay, você venceu. Podemos ir tomar um sorvete e eu te conto, pode ser? Eu pago.

Ana hesitou por um momento antes de assentir. Amanda ofereceu o braço esquerdo para ela segurar, a garota o fez e deixou Amanda guiar o caminho. Ela ainda não havia reparado: Amanda era mais baixa do que Mar e mais alta do que Simone, bem no meio do caminho entre as duas alturas. Ela não era tão forte quanto Mar, mas era uma presença firme do seu lado de qualquer maneira.

Ela ainda não sabia porque era tão fácil de sentir confortável e segura perto da psicóloga. Mas ela não reclamaria, essa sensação era o que ela mais precisava naquele momento. Ana só percebeu o quão forte ela estava segurando o braço da mulher quando precisou soltar ela para sentar. Amanda não havia pedido para soltar quando ela precisou catar a carteira para pagar os dois McFlurries de M&M (Ana havia somente respondido ‘o mesmo que você' quando Amanda perguntou o que ela queria), quando pegou os dois potes e andaram entre as pessoas para sentar em uma mesa de dois lugares.
Ana engoliu seco vendo as novas marcas no braço da mulher. Ela observou a psicóloga misturar a calda com o sorvete de baunilha. Era um dia quente, como o clássico dia de janeiro no Rio.

- Vai me dizer o que aconteceu? - Ana perguntou.

- Talvez Mar tenha me contado o que ela fez com você - Amanda não disfarçava muito bem quando estava com raiva, ela começou a enfiar a colher com mais força no sorvete e os seus ombros ficaram tensos - E, hm, eu meio que perdi a paciência. Talvez eu tenha ameaçado ela.

- Só ameaçado?

- Sufocado um pouquinho.

- Amanda...

- Ela mereceu! - Amanda grunhiu antes de continuar - Às vezes eu não controlo minha raiva muito bem, só isso.

Ana assentiu, ela não se sentia bem um pouco a vontade em conversar sobre o assunto. Ela não queria pensar sobre o assunto. E ela queria que as sensações ‘fantasmas' das mãos de Mar no seu corpo. Era como uma sensação agoniante que parecia andar por baixo da sua pele. Ela se concentrou em terminar de comer o sorvete em vez de pensar sobre isso.
Quando acabaram de comer, levantaram. Amanda ofereceu o braço outra vez e Ana segurou, agora com cuidado para não segurar com toda força. O estacionamento era quase do lado do hospital, então um caminho curto.

- Eu não sei onde você mora - Amanda batucou os dedos no volante enquanto tentava entrar no tráfego - Ou você não quer ficar sozinha?

- Eu não reclamaria de não ficar sozinha.

- Certo, então você não precisa ficar sozinha.

***

A primeira coisa que Ana percebeu foi o cheiro de cebola refogada antes mesmo de Amanda abrir a porta do apartamento. Do sofá, Julia acenou com a boca cheia de um bocado de amendoim que ela havia acabado de enfiar na boca.

- Ei, Ana - Simone cumprimentou ela da bancada da pia onde ela estava terminando de escorrer a batata cozida.

- Ei.

- Fique confortável - Amanda gesticulou para ela sentar no sofá, então parou perto de Simone, beijou sua bochecha - Desde quando você cozinha?

- Eu sei fazer algumas coisas.
Amanda riu baixinho, pegou dois copos e encheu com água. Ela voltou para a sala e deu um deles para Ana antes de pegar o pacote de amendoim da mão de Julia.

- Amanda!

- Seja uma boa garota e divida - encheu uma mão e ofereceu para Ana, que deixou Amanda colocar um pouco na sua mão - Você pode tomar um banho se quiser e roubar uma roupa confortável da Julia.
- Não precisa...

- Não tem problema - Julia encolheu os ombros e pegou o saco de amendoim de volta - Jeans e camiseta não é a roupa mais confortável.

Depois de mais dois ou três argumentos e o combo de cara de cachorro abandonado que Amanda e Julia podiam fazer, Ana finalmente aceitou a blusa e os shorts que Julia encontrou. A diferença de tamanho não era tão grande, então era confortável. Quando saiu do banho, Simone e Amanda estavam terminando de arrumar a mesa e Julia estava voltando do mercadinho com o refrigerante.

Ana não sabia se Simone era realmente boa em cozinhar ou se era só porque ela não estava acostumada a comer comida feita em casa que não fosse macarrão com molho. 
Mesmo que Simone tenha feito comida para três, acabou sobrando um pouco e ela ajudou a lavar a louça. Ela quase podia sentir que Julia e Simone sabiam que havia algo de errado e não perguntavam apesar da curiosidade.

Como ninguém tinha alguma coisa para fazer, já que Ana, Julia e Simone ainda estavam de férias e de certo modo, Amanda também estava (ela não tinha a mínima vontade de voltar a trabalhar todo dia no mesmo prédio de Arthur e nem coragem de ir embora, então ela ainda precisava resolver antes que precisasse voltar para um dos dois lugares), Julia procurou um filme para assistirem e encherem a tarde com um pouco de cultura inútil.

***

Foi impossível convencer Ana de dormir no quarto de uma das duas, então Amanda praticamente criou um forte com travesseiros, lençóis e cobertores. Era um ninho de conforto na sala que fazia o sofá desaparecer e Ana afundar.

Antes de ir tomar banho para ir dormir (a última das quatro), Amanda abriu os braços para abraçar Ana. A garota passou os braços ao redor da sua cintura e apertou com força. A psicóloga murmurou que tudo ficaria bem antes de dar um beijo na sua testa e se afastar.

Não era muito difícil de se acreditar.
Ela não conseguiria dormir muito, não conseguiria relaxar ou esquecer, mas o calor confortável de Amanda deixava ela confortável.

***

A psicóloga deixou a água quente contra suas costas, era calor o suficiente para ser doloroso. Ela não havia parado para realmente pensar sobre isso. Para refletir sobre o que havia acontecido. Não fazia sentido que Mar tivesse machucado Ana somente por diversão. E era incômodo como a ameaça que ela havia feito era verdade. Apesar de todos os problemas que ela teve com Julia, ainda era uma verdade absoluta: Julia era a pessoa mais importante e ela era incapaz de hesitar em machucar alguém se alguma pessoa pudesse machucar Julia.

Ela terminou o banho, a pele sensível pela água quente e pela força com a qual ela se esfregou (como se pudesse tirar a sensação de incômodo, se algo preso na garganta).

Amanda sentou na cama com a toalha nas mãos terminando de enxugar o cabelo. Simone se ajoelhou atrás dela, já havia tomado banho e estava enfiada em uma das camisas da mulher. Ela tirou a toalha das mãos da psicóloga e começou a secar seu cabelo com delicadeza, ela viu que os ombros de Amanda relaxaram um pouco e ela se deixou ir um tanto para trás.

- O que aconteceu? - Simone perguntou suavemente.

- Nada demais.

- Nada demais porra nenhuma, você mal comeu no jantar. E no almoço.

- Eu não estava com fome.

- Você sempre está com fome - Amanda suspirou - Não quer falar sobre isso?

- Não.

- Okay... Vem aqui.

Simone assentiu e se deitou na cama, Amanda não demorou muito para levar a toalha para o lugar e se deitar na cama também. A cabeça apoiada no seu peito, Simone começou a acariciar suas costas. Lentamente, de cima para baixo, movimentos circulares aleatórios. Amanda relaxou um pouco mais, os olhos fechados e tentando respirar fundo e lentamente.

Amanda não fazia ideia de como contar para Simone, ou para Julia, o que havia de errado.

Simone começou a murmurar a melodia de uma música que ela não conhecia assim que sentiu a primeira lágrima tocar sua pele. Ela sabia que Amanda era quem costumava confortar e apoiar, então ela não hesitou em deixar um braço ao redor da sua cintura e apertar a psicóloga com um pouco mais de força e em enfiar os dedos da mão livre no seu cabelo para fazer cafuné.
Ela ficou acordada por mais um tempo depois que Amanda dormiu tentando não pensar em algo ruim.

Quarta-feira, 04 de janeiro de 2017

- Quieta, shh - Julia se abaixou e pegou a cachorra agitada - Você vai acordar todo mundo, sua bola de carne!

Fez carinho entre as orelhas e andou até a tigela de comida e água, colocou ração e trocou a água. Ela sabia que tinha tempo o suficiente para tomar banho, enrolar um pouco e ir na padaria antes de começar a fazer o café da manhã. Era sua rotina. Ela sempre acordou mais cedo que Amanda. Nas manhãs em que ela encontrava a mulher dormindo com o rosto apoiado em algum livro ou em um caderno, nas manhãs em que a mulher estava dormindo no sofá com a TV ainda ligada ou quando ela estava no quarto (até quando dormiam juntas e ela precisava se esforçar para não acordar a psicóloga), Julia sempre se levantava antes. Ela havia se acostumado a ver Amanda dormindo em algum lugar que não fosse a cama, mas ela não estava preparada para o quanto Ana era adorável dormindo no ninho de conforto.

Ela parou perto do sofá e olhou Ana por alguns momentos. Parte dos travesseiros acabaram indo parar no chão. O sofá era grande o suficiente para ela caber nele (na verdade, ela era pequena o suficiente), mas ela havia acabado escorregando para baixo e os pés estavam para fora além do braço do sofá. Um dos travesseiros estava meio embaixo dela, ela estava abraçando ele como alguém que estava acostumado a dormir deitado com a cabeça no peito de alguém. E, bem, Ana estava acostumada a isso. 
Mas o que ela mais prestou atenção foi nas marcas de dedos no braço da garota. Roxas e impossíveis de achar que não foram feitas para machucar. Ela tinha certeza que isso tinha algo a ver com os machucados no braço de Amanda e o modo como a psicóloga parecia extra cuidadosa e protetora com a garota. Não era preciso ser um gênio para assumir que tudo isso estava relacionado à Mar e Julia não gostava nem um pouco das possibilidades que pipocavam na sua cabeça. Do jeito que o mundo era, ela achava que era algo bem ruim.
Sacudiu a cabeça como se isso fosse ajudar a não pensar nisso, pegou as chaves e a carteira antes de sair. Quando ela voltou da padaria com os (muitos) pães frescos, queijo e presunto, Ana já tinha acordado e estava arrumando os travesseiros em uma pilha.

- Você deveria dormir um pouco mais - Julia falou quando parou perto do sofá.

- Dormi o suficiente.

- Se você diz... Você é do time que toma café ou do time que toma Nescau?

- Café está bom.

Julia assentiu, deixou as sacolas na mesa e colocou água para ferver. Ela pegou os pratos e as canecas no armário. Ela estava passando o café quando Simone saiu do quarto, bocejando e se espreguiçando, a garota grunhiu um bom dia para as duas e praticamente se jogou na cadeira de sempre. Depois de nem cinco minutos, Amanda saiu do quarto com a aparência o dobro mais sonolenta é um outro grunhido de bom dia. Porém, em vez de se jogar na cadeira, ela parou atrás de Julia, passou os braços pelos seus ombros, Julia revirou os olhos, mas não reclamou.

Almôndega reparou a presença a da dona e começou a correr ao redor das duas, tentando ganhar alguma atenção. A filhote era o tipo extra-excitada, pulando e latindo. Era adorável.

- Controle essa bola de carne! - Amanda se sentou no chão perto dela e pegou a cachorra, se deixou ir para trás com ela no peito - Eu pedi para controlar ela, não para deitar no meio da cozinha.

- Eu estou controlando ela.

- Não, você está sendo a velha preguiçosa de manhã. Sai do caminho.

- Passa por cima.

Julia revirou os olhos e passou por cima dela para levar a garrafa térmica para a mesa.

- Você também tem que acordar - Julia colocou as mãos nos ombros de Simone e puxou para trás, tirando ela da posição de aluno de exatas na aula de filosofia - E você pode vir para a mesa, Ana, não precisamos esperar o estômago da criança fazer ela levantar.

Ana riu baixinho, como tudo isso podia ser tão adorável. Ela não costumava ser uma pessoa matutina, muito menos depois de dormir pouco (ou ter pesadelos, e naquela noite foi a junção das duas coisas), mas era impossível não se sentir confortável quando se estava em um lugar como aquele. Com a bomba de fofura que toda a interação entre Amanda e Julia era. Ana era filha única, mas ela não reclamaria de ter alguma irmã se fosse algo assim.

Sinceramente, ela havia esperado que Julia fosse um pouquinho hostil com a história que ela teve com Mar. Mas mesmo que Julia fosse o tipo que guardava um tanto de rancor, ela não despejava em outras pessoas (o problema dela era com Mar, não com Ana, ela não tinha um bom motivo para ser hostil), então ela basicamente fez o mesmo que Amanda. Também havia esperado que fosse um pouquinho estranho ficar no meio ambiente que Simone e Amanda.

Toda aquela situação poderia ser completamente estranha e hostil, mas era confortável. E familiar.

Ela sentou na cadeira ao lado de Julia como havia feito no dia anterior. A pilha de pães era maior do que a estava acostumada, porém, ela estava acostumada a tomar café-da-manhã sozinha ou com só uma pessoa, não com outras três. Muito menos com uma certa esfomeada que comia três pães de manhã. O montinho de presunto era um pouco maior que o de queijo, a lata de Nescau ficava bem em frente de onde Amanda sentava, a segunda sacola de pães estava amarrada e perto delas. E Ana achou adorável quando Simone encheu a caneca de leite e fez o Nescau extra-escuro para Amanda.

Ana já havia feito um sanduíche de queijo quando Amanda finalmente foi para a mesa, a camisa cinza clara cheia de pelos castanhos da cachorra (que agora estava encolhida em uma bola entre os pés da mulher). O café era realmente bom, não o café instantâneo que ela estava acostumada. Não o pão dormido que ela estava acostumada. Não a cozinha fria que ela havia se acostumado outra vez depois de ter terminado com Mar semanas antes.

Era estranho como as memórias sobre Mar estavam corrompidas. Pareciam manchadas de tinta, como um livro que foi mal cuidado. Ela tinha a sensação que talvez devesse ter visto isso vindo. Que teria acontecido antes... Que continuar pensando só deixava ela enjoada.

E era estranho como ela queria continuar ali. Com a bola de pelo e latidos que corria de um lado para o outro do apartamento. Com Amanda comendo alguma coisa a cada hora e sendo adoravelmente carinhosa com todo mundo. Com Simone sendo silenciosa, mas uma presença confortável. E Julia sendo a irmã mais velha que qualquer um gostaria de ter (e Amanda também era, só que enquanto a psicóloga era mais quem você deitaria no colo e ‘derreteria' no abraço, Julia cuidava de um jeito mais prático).

Ela podia entender porque havia repetido o quanto Amanda era tão perfeita... Mas as três juntas eram a família perfeita e faziam a se sentir parte disso.

E ela queria fazer parte disso.

Nome: rhina (Assinado) · Data: 14/07/2017 15:22 · Para: 20. Faz Parte da Família

 

Gostei deste quadro.....do conforto. ...carinho....união

e toda atmosfera criada ao redor das quatros.....

ficou lindo... mas falta alguém. ...

Não a deixe de fora.....espero....desejo que ela não fique de fora.

rhina



Resposta do autor:

Acho que é algo interessante.

Ainda tem muita história pela frente, então todo mundo cabe



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