Ones musicais por Raquel Amorim


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Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vUALOb9jkT4

 


"Tenho ouvido dizer tantas vezes, "O amor é cego"


Então por que você está olhando?
Você diz que o amor é tudo que precisamos, bem
Isso se aplica a mim?
Porque eu ter encontrado alguém
Que eu acho que é bonito
E eu me apaixonei
E eu estou dizendo a você
Ela
É tudo para mim
Ela
Me faz sentir nada mais importa
Nem mesmo que o mundo pensa de mim
Eles me disseram que quando eu era uma garotinha, "O amor é uma pérola -
Você tem sorte se você encontrá-lo,
Assim, partes que a beleza preciosa com o mundo",
Agora de repente eles dizem que eu tenho que escondê-lo
Mas eu descobri o verdadeiro amor
E não há nada que você pode fazer
Apenas tentar me parar, apenas tentar nos parar
Boa sorte para você, porque
Ela
É tudo para mim
Ela
Me faz sentir nada mais importa
Nem mesmo que o mundo pensa de mim
(Ela .. ela ... ela ...)
É simples como pode ser
Eu a amo, ela me ama
Isto é o que todo mundo sonha em
Não há nada a temer, não há nada a temer, afinal é só amor
Porque
Ela
É tudo para mim
Ela
Me faz sentir nada mais importa
Nem mesmo que o mundo pensa de mim?"


 

            Minha irmã estava casando naquele dia, eu estava feliz por ela, o problema daquele dia eram os parentes chatos, eles insistiam em fazer a mesma pergunta. “Quando será a sua vez?”, “Quando vai encontrar o cara certo?”, e por aí vai, e o pior era que minha irmã era mais nova. Eu tenho vinte e nove anos e as pessoas insistem em dizer que eu preciso casar. Eu transo, galera, só para vocês saberem, eu transo e muito, mas ainda não encontrei ninguém que me fizesse ter borboletas no estômago, pelo menos não até aquele dia.

- Parabéns, Samantha, você merece.

            Abraço a minha irmã, ela tem vinte e cinco anos, acabou de sair da faculdade e resolveu casar, não é querendo ser pessimista, mas qual a probabilidade daquilo dá errado? Espero que não, mas que são muitas são.

- Obrigada, Bethany.

            Sorrimos uma para outra, depois abraço deu marido e saio de perto, agora era hora da festa, a parte boa de um casamento. Eu já havia bebido consideravelmente demais, ok, eu já tropeçava em meus pés, e cairia se não fosse alguém me segurar. Um corpo atlético e bem definido, cabelos loiros e lisos que vinham até o seu bumbum e aqueles olhos verdes, puta merda, aquela garota era linda.

- Hey, calma aí, assim não vai se divertir e sim ser a diversão dos outros.

            Droga, ela era bem-humorada também, agora ferrou.

- Me... desculpe. Eu... acho que.... acho que já deu por hoje.

- Sim, vejo que você é uma bebum consciente. Prazer, sou Ella.

- Olá, Ella, sou Bethany.

- Oh sim, a irmã da noiva, sua irmã é uma pessoa única.

- Você a conhece? Claro que sim, você está no casamento dela.

            Ella sorri para mim, e puta merda, agora sim estou ferrada.

- Oh, não diretamente, não nos vemos muito, apenas naqueles jantares chatos de negócios, onde seu marido vai, eu sou prima de Ed, no caso patroa dele.

- Oh você é a dona da empresa que ele trabalha? Já ouvi falar de você, mas...

            Ela era muito nova, quer dizer, eu não sei a idade dela, mas ela tinha um rosto angelical, apesar daquele corpo que... Oh merda, eu estou observando o corpo dela. Levante o olhar sua idiota.

- Sim, já sei o que vai dizer, que sou muito nova, mas não sou tão nova assim, tenho vinte e três. E sim, já sou dona, porque meus queridos pais resolveram que cansaram de serem os todos poderosos, e eu mal sai da faculdade e já fui jogada no ninho de cobras.

- Sim, ela tem um sorriso lindo.

            Ela me encara curiosa, merda, eu falei em voz alta, pensamentos idiotas.

- Se isso foi para mim, obrigada, o seu sorrido também é bonito.

            Puta que pariu, certo, controle-se por apenas um minuto e tudo vai acabar.

- Eu... obrigada, acho melhor terminar a noite, eu mal consigo ficar de pé.

- Você tem razão, mas...

            Ela não termina de falar, pois logo escutamos a voz da minha irmã. Ela tinha um olhar esquisito para Ella.

- Hey, Bethany, que tal mais uma rodada?

            Samanta fala e praticamente tenta me puxar para longe da garota linda e maravilhosa ao meu lado, eu solto meu braço com força e lhe encaro, que merda ela está fazendo?

- Eu vou parar por hoje, acho que já vou embora.

- Se não tiver carona, eu posso lhe oferecer, meu motorista está me aguardando do lado de fora. – Ella fala sorridente, mas antes que eu diga sim, pois eu diria sim, minha irmã se manifesta.

- Não, obrigada, ela não ficaria perto de pessoas como você.

            Certo, aquilo foi desnecessário, eu não sei o que ela quis dizer com “pessoas como você”, mas com certeza não seria coisa boa, afinal, Ella é prima do seu marido, o que de mal essa garota poderia ter?

- Não responda por mim, Sam, e sim Ella, eu aceito a sua carona.

            O olhar de minha irmã era de... nojo. O que diabos está acontecendo aqui?

- Não, Beth, não! Você não vai com ela.

 - E porque eu não iria com ela?

- Ela é....

            Samanta não completou a frase, aparentemente a palavras não pôde sair de sua boca, será que aquela mulher com rosto angelical era uma má pessoa?

- Bethany, não precisa se indispor com sua irmã por minha causa, se você quiser posso pedir para o meu motorista ir deixar você e depois ele vem me buscar, não tenho problemas com isso.

            Não, aquela mulher não poderia ser má, não com aquele rosto angelical e aquela expressão triste, e foi culpa da minha irmã.

- De forma alguma, se você me dará uma carona eu vou com você.

- Não... Você...

            Minha irmã se cala assim que sente duas mãos na cintura, seu marido.

- Algum problema aqui?

            E nesse momento a expressão dela mudou, ela mudou.

- Não, querido, só estava falando para Ella que não precisa levar Bethany para casa, temos táxis disponíveis aqui para isso.

            Mas que inferno era aquilo?

- É o caminho dela, não é Ella?

- Sim, mas posso pedir para o meu motorista levá-la.

- Ah, que isso, vão juntas, só não dê em cima dela, ela é hétero e você é uma conquistadora barata.

            Oh sim, agora tudo fazia sentido, minha irmã é uma puta preconceituosa que fazia aquele papel de boazinha para o marido com perfeição, uma hipócrita, que conseguiu enganar a ele direitinho.

- Tudo bem, vamos de uma vez.

            O brilho no olhar de Ella não estava mais presente, pelo menos não naquele momento, mas eu o faria voltar, minha irmã não apagaria o brilho daquela mulher. Sam me lança um último olhar acusador e saímos do salão, seu motorista abre a porta para nós, logo estávamos pelas ruas de Los Angeles em completo silêncio.

- Desculpe-me por...

- Não foi culpa sua, esquece isso.

            Ella não me encarou, continua olhando para o lado de fora do carro, estávamos há menos de um metro de distância uma da outra, mas parece que eram galáxias.

- Olha, eu não penso como a minha irmã, sei que... isso é tão estranho.

- Não se sinta mal por ela. – Agora ela me encara. – Eu já convivi com pessoas como ela, eu só evito e ignoro. Não preciso delas em minha vida, Beth, eu sou feliz como eu sou.

            E ela era mesmo, tenho certeza disso.

- Você quer prolongar a noite? não quero ir para casa.

- Você está bêbada.

- Eu não estou bêbada, e não estava falando de bebida, que tal irmos à praia?

            Ella me encara com aquele sorriso encantador. E porra, essa garota é mesmo linda, deve levar um monte de mulheres para a cama.

- Seria bom, isso claro se você estiver se sentindo bem.

- Estou, não cem porcento, mas podemos fazer isso.

            Ella dá as indicações para o motorista e logo estamos caminhando nas areias da praia, descalças, nem estávamos ligando por sujar os vestidos, só queríamos aproveitar a presença uma da outra.

- Então você é arquiteta? – Ela puxa assunto.

- Sim, adoro minha profissão, gosto de entrar em lugares e saber que eu os planejei.

- Legal, deve ser uma sensação realmente boa.

- Sim.

            Falo simples, caminhamos mais um pouco, depois resolvemos sentar, o motorista que vinha um pouco mais atrás tira seu paletó e coloca no chão, não sei se foi gentileza da parte dele, ou simplesmente o seu trabalho. Ella acena, agradece e ele se afasta mais uma vez.

- Desculpe, mas Roger é muito protetor, está comigo desde os meus nove anos, é como um tipo de segurançapai.

- Tudo bem.

Eu sorrio de volta. Lá estava aquele fodido sorriso perfeito, conversamos sobre algumas coisas, viramos melhores amigas em menos de duas horas, mas essas horas viraram dias, esses dias semanas e essas semanas meses. Saíamos juntas, contávamos sobre nossas aventuras antigas, e aos poucos ela foi se tornando indispensável em minha vida.

- Hey, sua chata, não pegue a pipoca só para você.

            Ella disse, estávamos deitadas em sua cama, na grande cobertura, ela era rica, muito rica.

- Não... me dá.

            Eu falo manhosa quando ela puxa o depósito com a pipoca, adorava nossas noites de domingo, elas sempre eram nossas. Tento pegar de volta, mas com isso acabo caindo sobre seu corpo, e lá estava aquele maldito sorriso. Meu corpo estava em cima do seu, nossos olhos se conectaram e foi impossível resistir, Ella é irresistível, avancei em sua boca, sua maravilhosa boca, sua deliciosa boca. Ella deixa toda a pipoca cair no chão, avança em meu corpo com tudo e logo está sobre mim, apertando minha cintura com força, mas também cautela. Sua boca necessitava da minha, Ella se tornou indispensável para mim.

- Se não me parar, eu não farei isso.

- Eu não quero que pare.

            Eu a encaro de volta, e lá estava ele de novo, seu delicioso gosto em minha boca, sua boca faminta em meu corpo, seus maravilhosos gemidos em meu ouvido, eu nunca fiz isso com uma mulher, mas pelo que eu escutava ela falar, gemer, sussurrar e gozar, acho que fiz bem, eu apenas me espelhei em tudo que ela fazia, para uma primeira vez não foi nada mal. Ella apenas sorriu para mim e logo estava de conchinha em meu corpo, era lá que eu passei a ficar, era ali que eu queria ficar, em seus braços.

- Bom dia, me diga que não foi um sonho, um maravilhoso sonho.

            Escuto sua voz ao abrir os olhos, ela estava apoiada em seu cotovelo e me encarava, na verdade ela me admirava.

- Não foi, eu.... gostei, quer dizer... não falo de uma forma sexual, digo, gostei de ser você, eu me senti bem, pela primeira vez acho que não foi apenas sexo.

            E lá estava seu maldito sorrido lindo e perfeito, só para mim.

- Eu quero que seja você, Ella, eu sinto que é você.

            E ela me beija de novo, agora era apenas a prova de que Ella poderia ser a pessoa certa para mim, na verdade, eu sei que ela é a pessoa certa para mim. E ela foi a minha pessoa a partir dali por mais cinco meses, agora minha garota, minha namorada, minha mulher. Porém ainda tinha minha família, as pessoas que deviam me apoiar, as pessoas que deviam querer me ver feliz, mas até que ponto?

- Você e Ella estão muito próximas, não é?

            Sei bem onde Sam quer chegar, ela fala sempre isso.

- Sim, nos damos muito bem. – Continuo comendo minha torrada, ignorando seu olhar acusador.

- Você não se importa com.... com a vida que ela leva?

- Porque eu me importaria? Eu não vejo nada demais.

            Minha irmã me olha daquela forma asquerosa, eu odeio isso nela e se Ed soubesse, odiaria também.

- Nada demais? Ela está te corrompendo, não é? Ela está te levando para essa vida...

            Eu respiro fundo mais uma vez, Ella merecia muito mais, não uma covarde, não uma pessoa que tem medo de contrariar a própria família, eu daria isso a ela, porque ela se transformou em meu tudo.

- Você tem que se afastar dela!

            Nesse momento eu encaro a minha irmã, eu lutaria por Ella, porque ela era tudo para mim.

- Porque eu faria isso, Sam? Porque seus conceitos não condizem com o que você acha certo? Porque ela amar uma mulher é errado para você?  Você sente nojo dela por isso, sentiria nojo de mim também?

- Você não é assim, você é normal.

- O que é ser normal? Casar com vinte e cinco anos sem amor, apenas por uma condição social? Ou fingir ser uma pessoa para o seu marido, pois eu tenho certeza que ele não conhece essa pessoa asquerosa que você é.

- Cale a sua boca, Beth.

            Já estávamos as duas de pé. Ela ainda me encarava, mas agora com medo, eu sei que ela podia sentir a verdade, nesse momento nossos pais entram na cozinha.

- Que gritaria é essa?

            Ótimo, estão todos ali, eu serei a pessoa que Ella merece, eu serei o seu tudo, assim como ela é o meu.

- Perfeito, fica mais fácil para mim agora, tenho algo para dizer a vocês.

- Não faça isso, Bethany.

            Eu a ignoro, agora eu só quero ser quem Ella merece.

- Eu estou com alguém, que eu amo e quero passar o resto da minha vida ao lado.

            Os sorrisos dos meus pais se alargam, diferente da minha irmã, porque ela sabe a verdade.

- Oh, filha, que ótimo. – Minha mãe me abraça. – Quem é ele?

            O olhar de Sam ainda dizia a mesma coisa “Não faça isso”.

- Não é ele, é ela, a Ella, nós estamos juntas.

            E foi como se o tempo parasse, eles pararam de sorrir, eles pararam de me amar, eles só tinham uma filha ali, mas eu precisava ser tudo para Ella, assim como ela é tudo para mim.

- Você.... Bethany, isso é nojento, isso é inaceitável.

            Meu pai sabia ser cruel quando queria, ele sempre soube.

- Nojento? E o valor do amor que sempre me ensinou, isso não conta para mim? Não vale por eu amar uma mulher? Uma pessoa maravilhosa, bonita por dentro e for fora, que me ama de volta, eu me apaixonei por Ella, e aquela mulher se transformou em tudo para mim.

- Uma mulher não pode amar outra, isso é contra a lei natural. – Minha mãe também sabia ser cruel.

- Uma vez mãe, você me disse que o amor é uma pérola e que poucos tem sorte em encontrá-lo, agora eu encontrei o meu, essa lei não se aplica a mim? Ou será que o problema é ela ser mulher?

            Os olhos dos três encheram de lágrimas, eles nunca aceitariam, mas eu tinha que ser merecedora do amor dela, porque Ella é tudo para mim.

- Eu não vou permitir isso, o que os outros vão dizer? O que nossos amigos vão dizer? – Papai sempre soube ser cruel.

            Ali estava, a preocupação não era comigo, era com eles.

- Desculpe-me pai, mas eu não vou mais esconder algo tão bonito, eu a amo e ela me ama. Entendam, eu não me importo com o que os outros pensam, eu vou ser feliz com a mulher que eu amo, Ella é tudo para mim. Espero que um dia aceitem e entendam, eu a amo e não vou viver longe da pessoa que eu escolhi por medo da opinião dos outros. É simples, eu a amo, ela é tudo para mim. Vocês não podem fazer nada contra isso, e se forem tentar, boa sorte, porque eu não vou desistir dela, nunca!

            E eu sai daquela casa, há muito tempo não era a minha casa, nem meu apartamento era a minha casa, porque agora o meu lar era nos braços de uma mulher, a única que eu amo, e eu juro amar para o resto da minha vida. Chego em sua empresa e entro direto para a sua sala, quando a secretária diz “Senhorita Ella, a sua namorada está aqui”, meu coração acelera, não, aquilo não poderia ser errado, algo tão bom nunca poderá ser errado.

- Hey, princesa, tudo bem?

            Adoro o jeito que ela me trata, temos seis anos de diferença, ela é mais nova, mas eu pareço ser a adolescente apaixonada, porém a verdade é que eu sou, porque eu nunca amei ninguém como eu a amo.

- Apenas me abrace, eu quero ser o suficiente para você.

            E ela me abraçou, segurou firme o meu corpo, me provou que eu era o suficiente para ela.

- Eu amo você, Bethany, apenas confie e acredite nisso.

- Eu sei, você é tudo para mim.

- E você é meu tudo, querida.

            E ela me abraçou mais forte, eu a amo, aquele tipo de amor poucas pessoas conseguem e eu o tenho, não vou deixar nada atrapalhar, é simples, eu a amo, é só amor, não há o que temer no amor, principalmente se há reciprocidade, Ella me ama da mesma forma, eu sou o seu tudo e ela é tudo para mim. Mas ainda assim algumas pessoas não entendem, minha família não entendeu. Eles não viram nosso casamento, eles não viram meus votos de amor eterno a aquela mulher, eles não viram nosso primeiro filho, Ben e nem nossa princesa, Bella, eles não viram a minha felicidade, isso que deveria importar a eles, agora eles estão sozinhos, apenas com minha irmã, que também perdeu o Ed, ele é um cara legal, ele soube valorizar a sua família, eu fiquei triste, eles me mandaram embora e não abriram mais a porta para mim, mas eu precisava fazer aquilo, eu precisava ser suficiente para Ella, porque ela é tudo para mim.

- Eu sempre vou te amar, até o meu último suspiro, você é tudo para mim, Ella, tudo!

 

            Ela sorriu com aquele maldito olhar inocente. Eu a amei, assim como ela me amou de volta, nós éramos suficientes uma para a outra, apenas isso bastava, porque nós somos o tudo uma da outra.

Nome: mtereza (Assinado) · Data: 10/11/2017 01:13 · Para: 8. SHE (Ela) - Jen Foster

Cada vez me encanto mais com o  seu talento estão ficando show as histórias todas parabéns



Resposta do autor:

Obg linda, de verdade....



Nome: Blume (Assinado) · Data: 09/11/2017 19:43 · Para: 8. SHE (Ela) - Jen Foster

ola,

 

Sem palavras de tao lindo que ficou...

 

Parabens

bjbj



Resposta do autor:

Valewwwww. bjusss



Nome: ik felix (Assinado) · Data: 09/11/2017 01:01 · Para: 8. SHE (Ela) - Jen Foster

Cara ficou muito bom, aliás todas ficam ótimas, parabéns.

Beijo e até a próxima!



Resposta do autor:

Valeu linda, que bom que gostou, bjussss 



Nome: Krikadreammy (Assinado) · Data: 09/11/2017 00:51 · Para: 8. SHE (Ela) - Jen Foster

Olá Autora,

 

Você é simplesmente demais!!! Estou amando cada história!

Você simplesmente consegue fazer de uma música uma história diferente!

Estou ansiosa pra ver o q fará qdo chegar a q eu indiquei!

Bjs

Kris

 



Resposta do autor:

Obg linda, estou quase chegando lá, tentando ao maximo terminar logo com as que ja mandaram, mas só chega mais o tempo todo, não estou reclamando, estou adorando a interação de vocês. bjusss a amanhã tem mais. 



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