A vida no mundo perdido [em hiatus] por charliefgrosskopf


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Quinta-feira, 03 de novembro de 2016

Elas ficaram abraçadas por vários minutos, sem falar nada. Amanda continuou acariciando as costas da garota. Ela não gostava nem um pouco do quanto os ossos dela estavam "destacados" em seu corpo. Amanda beijou carinhosamente seu ombro, ela havia sentido uma falta terrível de ficar tão perto da garota, de sentir o calor do corpo dela e o quanto sua pele era macia. Simone apertou a psicóloga com mais força, não queria ir embora, não queria que a mulher a soltasse jamais.

- As únicas marcas que você deveria ter em seu corpo são as marcas que eu faria em você...

Amanda murmurou baixinho sem afastar o rosto da garota, Simone pôde sentir os lábios se movendo em sua pele. Depois de mais alguns minutos naquela posição, Simone murmurou que estava com sede. A garota levantou, colocou a blusa de mangas compridas e caminhou até a cozinha, encheu um copo com água gelada e bebeu lentamente. Ela não faia ideia do quanto sentira falta daquele lugar, ela olhou ao redor.

Ela havia dormido no apartamento algumas vezes. Ela se lembrava de como Amanda era adorável fazendo café porque sabia que a garota realmente gostava daquilo. Lembrava de como era confortável abraçar a psicóloga por trás, os braços ao redor da cintura e o nariz na sua nuca, enquanto a mulher fazia sanduíches. Ela também lembrava de momentos não tão carinhosos, como transar na mesa depois de jogar no chão, ou transar na pia mesmo sem se importar muito com os fluídos corporais. Eram boas lembranças.

Simone estava distraída com esses pensamentos de uma época realmente boa quando Amanda parou na entrada da cozinha, havia se enfiado em uma calça comprida e uma camisa larga. A psicóloga cruzou os braços e se encostou no portal, Simone virou e a viu, sorriu levemente. Amanda perguntou:

- No que está pensando?

- Em nada demais - apoiou as mãos na pia e tomou impulso para sentar ali - Eu só sinto falta de ficar aqui - Amanda assentiu e parou na frente dela - Você não sente?

- Claro que eu sinto - a psicóloga colocou as mãos na pia se encaixando entre suas pernas - Por que eu não sentiria?

- Eu não sei... esquece.

- Você não precisa ser tão insegura - ela beijou a bochecha da garota e perguntou - Está com fome?

- Não.

- Tem certeza, querida? - Mesmo que não estivessem mais juntas, ela ainda falava do mesmo jeito gentil e carinhoso - Eu posso arranjar algo comestível para você.

- Não precisa, é sério - encolheu os ombros, viu a psicóloga olhar para ela - O que foi?

- Quando foi a última vez que você comeu - ela viu o brilho maldoso nos olhos da garota e disse antes que ela soltasse uma besteira - Eu não sou alimento, Simone. E é sério, quando foi a última vez que você comeu?

- Bem, eu tomei café antes de ir para o colégio.

- E já são mais de três da tarde.

- Eu não estou com fome.

- Você precisa comer mesmo sem fome - Amanda passou os braços ao redor da sua cintura e começou a acariciar as suas costas - Aposto que você está pesando menos do que deveria.

- Eu não estou tão magra assim.

- Está sim - Amanda segurou a mão da garota e ergueu o seu braço, passou a mão ao redor do pulso dela, a diferença de como a mão dela ficava ali era gigante - Minha mão não cresceu, sabia? - Simone puxou o braço para si, fazendo a mulher soltar, e cruzou os braços - Simone!

- Eu não vim para você falar se estou ou não mais magra.

- Então para que veio?

- Eu vim ver você... eu vim pedir desculpas.

- Você só veio porque eu vou embora.

- Eu... eu queria vir antes.

- E por que não veio? - Amanda virou um pouco a cabeça para o lado, o cenho franzido, estava claro em seus olhos que ela desejava de verdade que Simone tivesse aparecido antes. De preferência, que tivesse aparecido antes da decisão.

- Eu estava com medo...

- Medo de que?

- Medo que você me odiasse.

- Eu nunca te odiaria, Simone, você deveria saber disso.

Amanda segurou seu rosto delicadamente, Simone gostava da sensação das mãos mornas em sua pele. Ela se sentia "em casa" quando estava tão perto assim da psicóloga. A mulher estava quase a beijando quando o som da porta sendo destrancada as distraiu. Amanda suspirou e foi para a sala, era Julia. Ela parecia cansada, estava com olheiras e os ombros caídos.

- Ei - Amanda falou baixo.

- Eu só vim buscar mais roupas - Julia passou por ela, ignorou Simone quando passou pela garota e entrou no próprio quarto.

- Julia...

- Eu já vou embora - ela abriu uma gaveta e começou a pegar roupas aleatórias - Não vou demorar, não estou aqui para atrapalhar a sua pegação com a sua namorada.

- Não... Julia, para com isso.

- Com o que?

- De agir como uma criança - se aproximou e segurou seus pulsos - Isso é sobre eu e você, não sobre eu e a Simone.

- Como se ela não tivesse nada a ver com isso.

- Talvez não tenha. Talvez não tenha a ver nem com você e nem com ela - soltou os pulsos da irmã - Então para de ser tão babaca.

- Eu sou babaca? - Julia riu em um tom sarcástico - Você volta rapidinho para  a filha da puta da Simone e eu sou babaca?

- Primeiro, eu não voltei para ela. Segundo, fica mais calminha aí porque não precisa de tanta raiva. E terceiro, e daí se eu voltar?

- Você faz o que você quiser, não me importo - ela enfiou as roupas na mochila vazia - Você não quer ser egoísta? Então seja!

- Julia, por favor...

- Para, Amanda - Julia estava vermelha de tanta raiva que ela sentia - Para de tentar agir como se estivesse tudo bem.

- Talvez você não queira que esteja tudo bem.

- Você acha que eu não quero que esteja tudo bem? - ela empurrou Amanda para o lado e passou por ela apressadamente - Quer saber? Você estava certa, eu não preciso de você!

Ela girou sobre os calcanhares, a mochila cheia de roupas pendurada no ombro direito. Ela saiu do apartamento apressadamente, respirando rápido sentindo tanta raiva que estava quente. Amanda sentou no braço do sofá e suspirou, ela esfregou o rosto e respirou fundo. Simone coloco as mãos nos ombros dela.

- Amanda...

- Não fale nada - suspirou - Só não fale nada.

Simone assentiu e se ajoelhou no sofá atrás dela, escorregou a mão pelas suas costas e a abraçou, apoiou a testa no seu ombro e fechou seus olhos. Sentiu a mão de Amanda em seus braços, os dedos a apertavam com força. Amanda suspirou, ela sentia que tudo em sua vida estava realmente desmoronando. Ela desviou dos braços da garota e começou a andar de um lado para o outro da sala, sua cabeça estava latejando de dor. Sua nuca estava incomodando.

Simone sentou e abraçou as pernas, ela decidiu somente olhar Amanda andar daquele jeito, quase podia sentir a tensão nos ombros da mulher.

- Não podemos simplesmente fingir que está tudo bem? Por alguns instantes? - Simone perguntou baixinho para a mulher, Amanda suspirou.

- Eu não sei, Simone - se aproximou dela e se ajoelhou na frente do sofá - Mesmo se a gente voltar, você sabe que não dá para ser como era antes.

- Eu sei, mas a gente podia pelo menos fingir que estamos bem por alguns momentos? Eu sinto falta disso, eu sinto falta de como éramos antes....

- Eu também sinto falta, claro que eu sinto. Mas eu não posso fazer nada...

- Eu sei que você não pode fazer nada... - Simone fungou - Você pode me abraçar, dizer que vai ficar tudo bem, mesmo que seja complicado, eu não sou capaz de hesitar em acreditar em você.

- Não posso dizer que vai ficar tudo bem, é o que falam para não dizer... Talvez porque alguém com depressão acredite nisso.

- Eu acredito em tudo que você diz, em cada palavra sua. Se for para ter fé, eu tenho em você.

- Você sabe que eu não posso te salvar.

- Não estou pedindo para me salvar, estou pedindo para ficar.

- Não, eu não vou ficar. Não, você não pode me pedir isso. Não, não podemos tentar um relacionamento outra vez. Não, não podemos ficar juntas agora. E sabe por que? Porque eu não sou um brinquedo que você pode quebrar e depois colar os pedacinhos com supercola. Porque eu sei que prometi ficar com você, mas você prometeu nunca me machucar. Quantas vezes você me feriu? Talvez, apenas talvez, eu esteja quebrada para segurar os seus pedaços e te consertar.

"E por um momento, uma vez na minha vida, eu preciso ser uma vadia egoísta porque eu não vou aguentar ser o porto seguro de alguém. Não por você, não pela minha irmã, não é pessoal, eu só estou machucada demais para ser o amor da sua vida, ser a sua cura. Vamos, existem garotos e garotas por aí, você pode arranjar alguém. Ficar com outro alguém. E se eu realmente não for a mulher da sua vida? Ou, talvez, ainda não esteja na hora de ser a mulher da sua vida.

"Afinal, duas pessoas quebradas nunca vão dar certo. E sim, eu amo você, amo com todo o meu coração, com cada pedacinho quebrado e afiado dele, mas não quero machucar ele e não quero que você me machuque."

Simone cobriu o rosto com as mãos, ela sabia que não podia pedir que Amanda ficasse. Ela não podia sequer pensar em pedir para a mulher ficar. Sabia o quanto havia errado, entendia muito bem porque Julia a odiava. Também se odiaria se estivesse no lugar da garota. Amanda levantou.

- Vamos, vou te levar para casa.

- Eu não quero ir para casa - a olhou entre os dedos.

- Mas você precisa ir, eu te dou uma carona.

- Por que eu tenho que ir?

- Porque a sua mãe não gostaria nem um pouco de você passar a noite fora.

- Ela nem se importaria.

- Claro que se importaria - cruzou os braços.

- Amanda... - ela levantou e agarrou os ombros da mulher - Você podia deixar eu passar a noite com você...

- Simone...

- Por favor, só hoje...

Amanda suspirou, isso só faria a coisa ser mais e mais difícil, porém ela não podia resistir. No fundo, ela sabia muito bem que queria ficar. Porém, ela acreditava de verdade que estava fazendo o melhor para si. E achava que tinha feito uma boa escolha em ouvir Mar, que era algo que valeria a pena.

Amanda segurou o rosto da garota e beijou sua testa, ela não diria não para aquele pequeno pedido.

Sexta-feira, 04 de novembro de 2016

Simone não queria levantar, não queria acordar. Ela desejava ficar ali para sempre. Elas passaram a noite transando - algo que Simone não reclamaria -, na verdade, assistiram um filme e um pouco de TV aleatória. Amanda conseguiu fazer ela comer, tomar um banho e vestir uma roupa confortável. Deitaram cedo, Simone se encaixou nos braços da psicóloga e decidiu que não sairia dali até o último momento. Então mesmo depois de acordar, a garoa não se moveu. Ela sabia que Amanda também estava acordada, percebia isso pela divisão e pelo modo como a mão de Amanda acariciava suas costas. Porém, não podiam ficar ali o resto do dia.

- Eu vou deixar você em casa - Amanda falou enquanto saia da cama - Então precisamos sair logo ou eu vou me atrasar.

Simone assentiu e observou Amanda sair do quarto, indo para o banheiro. A garota sentou na cama, os ombros caídos. Ela também saiu da cama e então se enfiou dentro da roupa que estava vestindo no dia anterior. Conferiu o telefone, todas as chamadas perdidas e mensagens eram de Mar, não havia nenhum sinal de que sua mãe ao menos se importou.

Ela respondeu que havia passado a noite com a psicóloga e que a mulher a levaria para casa. Mar perguntou se Simone queria alguma coisa, disse que como estava indo para o colégio, estava relativamente perto de onde a garota morava e podia aparecer por lá. Simone não reclamaria, ela achava que era uma boa ideia ter Mar por perto.

Depois do banho, Amanda foi para a cozinha e rapidamente fez um pouco de café e um sanduíche. Voltou para o quarto com um prato e uma caneca. Sentou na cama e fez Simone comer, ela definitivamente estava preocupada com a garota. Depois que Simone comeu, Amanda levou o prato e a caneca para a cozinha, guardou nos armários e terminou de se arrumar. Simone se ofereceu para ajudar ela a levar as malas para o carro, mas a mulher disse que não precisava daquilo.

Simone se sentia nervosa enquanto elas desciam até o estacionamento. A garota não queria entrar no carro porque sabia que provavelmente era a última vez que ela fazia isso. Naquele horário, havia um certo movimento, mas não era tanto porque estavam indo contra o fluxo (já que a maior parte das pessoas estavam indo para o Centro da cidade e elas estavam indo para a Zona Norte). Parecia perto demais, rápido demais. Simone passou o caminho inteiro olhando a mulher dirigir.

Ela observou como as mãos da psicóloga seguravam com força o volante, como ela batia os dedos ali toda vez que paravam no trânsito. Ela gostava de ver o formato do perfil de Amanda, a mandíbula, os lábios, o nariz, cada detalhe dela parecia perfeito. Pareceu rápido demais, entretanto Amanda parou o carro no meio fio em frente à casa de Simone. Mar estava encostada naquele muro de pedra, os braços cruzados esperando elas chegarem. Amanda apertou o botão para soltar o cinto da garota. Saiu do carro e abriu a porta do carona.

- Vamos, Simone.

- Eu não quero realmente sair... - Amanda cerrou os dentes e puxou ela para fora.

- Não faça isso mais difícil do que já é, Simone - Amanda segurou seus braços e empurrou ela - Vamos.

- Eu não quero eu você vá...

- Mas eu preciso...

Simone literalmente se agarrou na mulher com tanta força que Amanda sentiu que ficaria com marcas roxas nos braços. Amanda olhou para Mar, estava claro o que ela queria que a garota fizesse. Mar suspirou e se aproximou delas. Com o máximo de delicadeza que ela podia, a garota segurou a cintura de Simone firmemente e começou a puxar ela. Era difícil, ninguém sabia de onde vinha tanta força para tentar não se afastar de Amanda, culpa do desespero terrível que ela sentia naquele momento.

Mar passou os braços os braços ao redor da cintura dela, acabou erguendo ela do chão, Simone tentou desesperadamente se soltar. Amanda fechou a porta do carona, apressadamente foi para o outro lado do carro e voltou sentou no banco do motorista. Respirou fundo e tentou ignorar o quanto Simone estava desesperada. Quase como um ataque.

Era extremamente doloroso ver o carro se afastar.

Mar tentou acalmar ela, não era algo fácil. Simone se cansou, ou simplesmente percebeu que espernear e grunhir não traria Amanda de volta, e então Mar conseguiu puxar ela para dentro da casa.

Simone decidiu então somente ficar calada, somente sentir a dor quebrando ela ainda mais. Ela deitou na cama e se encolheu. Mar não saiu de perto dela, sentou na cama e deixou uma mão em sua perna, acariciando em um toque tranquilizador. Depois de algumas horas, Mar decidiu comprar comida. Simone não quis comer, por mais que Mar insistisse.

Já eram quase duas da tarde quando ouviram a campainha. Mar suspirou e foi ver quem era. Para sua surpresa, viu que quem estava no portão era Julia. A garota parecia muito, muito irritada. Mar se aproximou do portão.

- O que foi?

- Eu vim ter uma pequena conversa com a Simone.

- Que tipo de conversa?

- Não é da sua conta.

- É sim.

- Eu preciso falar com ela.

- Olha, Julia...

- Deixe ela entrar - Simone falou, estava na varanda com os braços cruzados - Provavelmente é importante.

Mar revirou os olhos e entrou na casa para pegar as chaves. Abriu o portão, deixou Julia entrar e trancou de novo. A tensão entre Julia e Simone era quase palpável. Elas entraram, Mar sentou no sofá e observou as duas garotas começarem a conversar de um jeito não muito delicado. Estava claro o quanto Julia culpava Simone pela decisão de Amanda, e a garota parecia não achar algo diferente. Porém, Simone também culpava Julia por aquilo.

- Não é como se você pudesse ter a cara-de-pau de reclamar - Julia empurrou Simone levemente - Se você não tivesse machucado ela tanto, ela não teria ido embora.

- E você nem mesmo se esforçou para fazer ela ficar! - Empurrou de volta.

- Não seja tão idiota.

- Não seja tão filha da puta.

- Você fez um monte de merda com ela - empurrou com mais força - Você fodeu com os sentimentos dela.

- E você não fez porra nenhuma de diferente.

Julia perdeu o resto de paciência e socou o rosto da garota com toda força, o golpe foi violento o suficiente para fazer Simone cair de costas com o nariz sangrando. A garota levantou para atacar de volta, mas foi impedida por Mar. Ela perdeu a paciência com a briga delas, com a discussão besta que elas estavam tendo.

- Nenhuma das duas tem o direito de reclamar! As duas precisam calar a maldita boca, precisam pensar menos na própria dor e pensar na dor das outras pessoas. Por acaso umas das duas se deu o maldito trabalho de perguntar porque ela decidiu aceitar um trabalho do outro lado do país?

- Como se ela sempre precisasse de motivos para fazer algo - Julia falou e se jogou no sofá, Simone grunhiu, mas não falou nada.

- Eu não sei se vocês se lembram no meio desse egoísmo do caralho, mas a Amanda tem um ex-namorado maluco que por acaso trabalha com ela. E talvez, apenas talvez, ela não esteja abandonando vocês, talvez ela esteja fugindo dele - Julia e Simone a olharam confusa - E talvez ela não tenha decidido sozinha.

- Talvez ela não tenha decidido sozinha? - Julia levantou e se aproximou de Mar - Ela simplesmente chegou e disse que ia embora.

- Você não é a única pessoa da vida dela, Julia. E caso as duas aí não tenham notado, parece que eu me importo mais com ela do que vocês. Eu fui atrás dela, eu quero saber como ela está. Eu escutei ela e eu tento entender o lado dela. E eu fui a primeira a saber dessa história de ir embora porque eu escutei ela em vez de atacar ela. E fui eu quem disse que ela deveria aceitar. E o que vocês fizeram? Ficaram com raiva da decisão dela sem nem ao menos saber os motivos. Eu tenho certeza que vocês fariam exatamente o mesmo se estivessem no lugar dela. Pode ser difícil para todo mundo aqui, mas vocês não podem parar um maldito segundo para pensar em como é para ela fazer isso. Parem de brigar como duas crianças e cresçam!

Mar estava vermelha, veias saltando no pescoço e na testa. Estava com raiva, ódio de toda aquela situação. Nenhuma das duas estava agindo como uma garota madura. Nenhuma das duas parou por um segundo para ver o lado de Amanda e isso era realmente injusto.

Nome: rhina (Assinado) · Data: 01/04/2017 23:42 · Para: 08. Decisões

 

Superação. .....cada capítulo. ....Superação. .....fantástica. ....você é fantástica autora 

como me tocou. .....me chama a refletir. ....a olhar de fora. ...ponderar todos os sentimentos. ....

você mexe lá no mais profundo do meu ser.....

rhina 



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