A ilha do falcÃo por Vandinha


[Comentários - 273]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

- Tamanho do Texto +

 

A ILHA DO FALCÃO -- CAPÍTULO 27

 

Ela é um Doce

 

Fazia pouco mais de uma hora que Jessye, as deixara instaladas. A competente secretária, após mostrar a suíte que ocupariam, despediu-se delas com a promessa de buscá-las as vinte horas.

O quarto tinha vista para o oceano, sob as palmeiras e árvores frondosas.

-- Gente, eu nunca fui ao Caribe, mas eu vi as fotos. E esse lugar lembra muito aquelas ilhas maravilhosas -- murmurou Sidney, ao mesmo tempo que explorava os aposentos.

A brisa marinha entrava pela janela do quarto trazendo consigo um cheiro delicioso de natureza. A suíte era enorme, com vários cômodos. A decoração era do jeitinho de Natasha: moderna, sem muitos enfeites, mas elegante. O ambiente era bonito e aconchegante.

Carolina retirou um vestido da mala, enquanto Marcela falava animadamente sobre o serviço de quarto.

-- Maravilhoso! Atendimento impecável -- Marcela caiu deitada no sofá -- Sua irmã é demais. Além de gatíssima, é poderosa!

Carolina olhou para a irmã e balançou a cabeça, depois desviou o olhar para a deslumbrante paisagem vista pela janela.

-- Olha só essa reportagem que saiu na revista Americana Condé Nast Traveler. Segundo a revista, o Hotel Falcão está em primeiro lugar no ranking de melhores hotéis da América Latina. São duzentos apartamentos e duas suítes no padrão presidencial. Não é brinquedo, não. E vejam quem está na capaaaa... -- Sidney dançava com a revista na mão.

-- Me deixa ver -- Marcela pulou do sofá e correu atrás dele -- Me dá a revista!

-- Nãoooo...

Os dois corriam pela sala grande e espaçosa, gritando, e Carolina procurava em vão contê-los.

-- Parem com isso -- ela pediu, mas eles não deram importância. Pareciam duas crianças arteiras -- Chega! -- ela berrou, então eles pararam -- Me dê a revista.

-- Pedindo assim com tanta delicadeza... -- Sidney mesmo contrariado, entregou para ela.

Carolina olhou para a sua foto, irritada. Não emitiu nenhum som, embora quisesse gritar. Queria rasgar a publicação e jogar no lixo. Mas não adiantaria de nada.

-- Com que direito eles colocam a minha foto na capa dessa revista?

-- Você é uma pessoa pública agora, maninha.

-- Você está uma delícia nessa foto, não é, Marcela? -- suspirou Sidney, sem perceber o quanto isso afetava Carolina.

-- Menos mal que em seu interior tem fotos belíssimas da ilha -- Carolina fechou a revista e colocou-a sobre a mesa.

Marcela se inclinou para a frente, pegou a revista e abriu-a novamente.

-- Você deveria sentir-se feliz, afinal de contas agora é uma celebridade.

Carolina parecia distante, a pele clara de seu rosto estava pálida, os olhos castanhos estavam foscos.

-- Alô, tem alguém aí? -- A voz de Marcela invadiu os ouvidos de Carolina.

-- O quê?

-- Onde estava, Carolina? Não me diga que está pensando em desistir?

-- Não estou me sentindo bem -- respondeu Carolina com a voz trêmula -- Estou com... -- tapou a boca com a mão para não vomitar ali mesmo e saiu correndo para o banheiro.

Marcela olhou para Sidney e explodiu numa gargalhada.

-- Tudo isso só por causa de uma foto?

Sidney abriu os braços.

-- Vai saber.

 

Natasha sorveu um gole de café e colocou a xícara sobre o pires num gesto de grande irritação.

-- O que Mariana quer dessa vez?

-- Que a misericordiosa longânime, continue bancando a sua esbórnia.

-- Pois ela que vá tirando o seu cavalinho da chuva -- Natasha afirmou com veemência -- Sabia que ela enviou uma mensagem me ameaçando?

-- Sério? Que horror! -- disse Leozinho, admirado -- Quanta audácia. O que a poderosa vai fazer?

-- Nada.

-- Nada?

Ela assentiu, com um sorriso.

-- E se ela entrar na justiça exigindo partilha de bens?

Natasha deu uma gargalhada.

-- Art. 1.723 do Código Civil: É reconhecida como entidade familiar a união estável entre duas pessoas, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. Namoro não é união estável e nem quer dizer que existia intenção de construir família.

-- Tem certeza, chefe?

-- Meu advogado disse para eu ficar tranquila, pois é muito difícil que um namoro comum se caracterize como união estável, a não ser que as duas pessoas morem juntas a um bom tempo. O que não foi o nosso caso. Aqui é um hotel e, Mariana tinha a sua própria suíte.

-- Sendo assim, fico mais tranquilo.

Natasha tomou outro gole de café. Seus olhos se detiveram na jovem loira sentada à mesa próxima a janela.

-- Aquela beldade quer falar comigo. Você sabe qual é o assunto?

Leozinho disfarçou, olhou para trás e viu quem era a moça.

-- Aquela é a senhorita Layla. Responsável pelo projeto do parque temático -- disse Leozinho, um pouco receoso.

-- Ela está bem nervosa. Não deveria demonstrar tanta ansiedade em fechar o negócio. Posso muito bem usar esse fator para diminuir o custo em alguns milhões.

-- Faria isso? -- Leozinho perguntou em voz baixa -- A empresa deles está sofrendo com a crise. Esse contrato pode salvá-los da falência.

-- Não me tornei milionária salvando empresários incompetentes, Leopoldo - exibindo frieza nos bonitos traços do rosto, Natasha continuou tomando seu café com uma indiferença que deixou Leozinho indignado.

-- Você não pode ao menos recebê-la?

-- Porque tanta pressa? Quem está no desespero é ela e, não eu -- Natasha tomou o último gole de café e ficou esperando pelo efeito de suas palavras. Leozinho estava com a testa franzida -- E nunca mais tente me enganar, caso contrário, obrigo você a abraçar um cacto.

 

Rindo, Marcela se jogou na cama king size, deleitando-se com toda aquela mordomia, assustou-se ao ouvir uma batida na porta.

-- Que saco! -- no quarto, seus pés afundaram na maciez de um tapete de pelúcia. Abriu a porta, deu de cara com Sibele apoiada sobre muletas.

-- Posso entrar? -- perguntou Sibele.

-- Claro, entre -- Marcela abriu bem a porta, fazendo um gesto para que ela entrasse -- Tem alguém na sala?

-- Só a Andreia -- Sibele fechou a porta e encostou as muletas na parede -- Ou melhor, a Carolina.

Marcela aproximou-se sorrindo e abraçou-a por um longo momento.

-- Sibele, que bom te ver! Estou com tanta saudade.

-- Também estou. Como você está? -- a médica beijou-a na boca, com os olhos brilhantes de felicidade -- Como é bom estar de novo em seus braços!

-- Vou muito bem. Mas quero saber é de você -- disse Marcela, encaminhando-a até a cama -- E o seu pé?

-- Foi uma fratura fechada do terceiro metatarso. Dói muito, mas em breve estarei novinha em folha. E vocês, o que estão achando da ilha?

-- Estou maravilhada com tudo. Pensei que lugar como esse só existisse em filme -- comentou Marcela, com tanta animação que fez Sibele sorrir -- Isso aqui é o verdadeiro paraíso na terra.

Sibele assentiu com a cabeça.

-- Você ainda não viu nada -- Sibele murmurou, aproximando-se ainda mais dela, passando o braço pela sua cintura e beijando os lábios -- Agora que tal se matarmos a saudade?

-- Mas é claro que sim -- disse Marcela, enquanto puxava o rosto dela para outro beijo.

 

Carolina estava ficando entediada, por esse motivo, decidiu dar um pequeno passeio pelo hotel. Era incrível o clima de festa que pairava no ar. Pessoas sorridentes passavam por ela, conversando com animação. Haviam muitas mulheres de buquines e outras com vestidos luxuosos que tornava o ambiente estranho, misturando looks sem o menor constrangimento.

De algum salão vinha o som de uma música animada, Carolina sentiu-se contagiada por aquele ritmo dançante. A ruiva entrou no elevador, também entrou uma jovem senhora. A mulher a encarou, por um momento, com curiosidade. Carolina desviou o olhar mas, não resistiu e voltou a fitá-la. Tratou de sorrir e comentou, sem jeito: -- Povo animado, né!

-- Meu nome é Elisa -- ela declarou, e estendeu uma das mãos a fim de cumprimentá-la. Carolina hesitou um pouco antes de tocar a mão dela. Afinal, aquela mulher a olhava de forma muito estranha. Tinha que ser educada e conquistar a amizade de todos, lembrou a si mesma, e retribuiu o cumprimento.

-- Me chamo Carolina.

-- Eu sei -- um canto da boca de Elisa se curvou num sorriso frio -- E como sei.

Carolina sentiu que algo estava errado, pensou, olhando para a senhora. Correu a mão pelo cabelo e comprimiu os lábios.

Quando a porta do elevador se abriu, elas saíram em silêncio.

Elisa rapidamente se voltou para ela, decidida a pressioná-la, porém, algo a fez cambalear e apoiar-se contra a parede. Carolina, ao notar a palidez do rosto da senhora, apressou-se em ampará-la.

-- Algum problema? -- perguntou, tocando o ombro de Elisa.

-- Tudo bem -- ela apoiou a mão na parede, curvou o corpo para frente como se Carolina segurasse algo de seu interesse. Tremia ligeiramente e estava visivelmente assustada.

-- Tem certeza? A senhora está tão pálida -- Carolina ficou preocupada.

-- Ficarei bem, foi só uma queda de pressão -- Elisa pressionou os dedos na testa e sorriu -- Viu, já estou melhor.

Elisa saiu dali rapidamente. Seu coração ainda batia forte quando chegou ao seu quarto. Apanhou um copo de água e levou-o a seus lábios. A bebida a estimulou e a senhora afundou na cadeira, apertando as têmporas com força.

-- Meu Deus! Que visão foi essa? Qual o significado?

Elisa viu uma criança no colo da falsa Carolina. A criança estava enrolada em uma mantinha azul. Alguma coisa na criança havia lhe tocado o coração. Ela se inclinou para olhar mais de perto o bebê de cabelos castanhos e olhos verdes, e sua raiva se evaporou com aquela visão.

-- Oh, Deus! Ajude-me a compreender a sua mensagem. Eu sei que os Espíritos Superiores afirmam que: "em princípio, o futuro é oculto ao homem e só em casos raros e excepcionais permite Deus que seja revelado". Mas como saber se essa visão é premonitória ou, se é realmente uma revelação? Estou tão confusa e perturbada!

 

Carolina caminhou até a porta do bar, mas antes de entrar olhou para trás. O encontro com aquela senhora a deixou muito perturbada. A mulher de olhos grandes e penetrantes parecia enxergar-lhe a alma.

Quando ela entrou no bar, o lugar caiu em silêncio. Funcionários apontaram, mulheres olharam boquiabertas, homens a encaravam com curiosidade e...Cachorros latiam?

-- Lady Carolina, seja bem-vinda ao nosso bar de malucos -- Leozinho disse de modo solene, com um brilho divertido nos olhos -- Sabia que os hóspedes podem trazer seus pets para acompanhá-los durante a estadia? Seguindo algumas regras, é claro.

-- Não sabia -- Carolina balançou a cabeça e sorriu para ele -- Mas, que bagunça!

-- Você tem toda razão. Esse bar é um dos muitos que temos no hotel. Venha, vamos fazer um lanche em um bar mais tranquilo.

Os dois caminharam sem pressa ao longo do corredor do hotel. Carolina parecia não se dar conta da atenção que despertava nas pessoas em todos os lugares por onde passava. Os cabelos, ruivos, caíam levemente sobre os ombros, contornando o rosto de traços perfeitos.

-- São onze horas, comeremos algo leve, está quase na hora do almoço -- Leozinho puxou uma cadeira para ela sentar -- Vou pedir café com bolo.

-- Vou querer apenas um suco de melancia.

O garçom se aproximou, perguntando se queriam ver o cardápio.

-- Quero café com uma fatia de bolo Marta Rocha -- disse o gerente -- E traga um suco de melancia para a senhorita Carolina.

O garçom tomou nota do pedido e se foi.

-- Esse lugar parece uma parada LGBT, nunca vi tanto gays e lésbicas juntos -- comentou a ruiva.

-- Nosso slogan é: Hotel das diversidades. Natasha faz questão de que todos sintam-se à vontade. Aqueles que discriminam raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade, opinião ou outro motivo qualquer, não são bem-vindos -- disse Leozinho, demonstrando muita satisfação.

-- A moça na mesa a nossa direita, é a atriz da novela das sete? -- Carolina apontou discretamente.

Leozinho confirmou com um gesto de cabeça, sorrindo em apreciação quando o garçom lhe serviu o bolo e o café.

-- Obrigado, querido.

Carolina sorriu do jeito que ele olhou para o garçom.

-- Sabe Carolzinha, gostei de você. Completamente diferente daquela desalmada, desnaturada, bruta, grosseira, selvagem, estúpida, grossa, indelicada, desabrida, selvática, bravia, mal-educada, intratável, bárbara...

-- Leozinho! -- Carolina olhou para ele, fingindo-se brava -- Não fale assim de minha irmã. Natasha é um doce!

Leozinho olhou sério para ela, depois caiu na gargalhada.

-- Natasha é um doce... Kkkk... Fala sério!

Carolina tomou um gole do suco e colocou o copo sobre a mesa, olhou para ele, espantada com o fato daquele rapaz falar tão mal da Natasha e ainda trabalhar para ela.

-- Por que continua trabalhando para ela, então? -- perguntou irritada.

-- Porque eu a amo, admiro, idolatro, ela é uma mulher confiante, segura de si e tem atitude. Ela defende com unhas e dentes as suas opiniões, mas um doce... Isso já é demais!

-- Comigo ela é um doce, isso sim, me encanta.

-- Está bem, não precisa ficar brava! -- comeu um pedaço da fatia do bolo, ergueu o rosto e olhou-a nos olhos -- Percebi que a Natasha te escuta, ela é bem mais maleável com você. Por isso, quero pedir-lhe um favor.

Carolina ergueu uma sobrancelha interrogativamente.

-- Não me meta em confusão -- disse ela, parecendo preocupada.

-- Não é nada demais, bobinha. Escuta o que eu quero que fale para ela.

 

Enquanto isso, a verdadeira Carolina, continuava a lenta jornada de volta para a cabana, pensativa. Tinha muito sobre o que pensar, principalmente sobre o assunto da conversa com Elisa. Talvez fosse a hora certa para contar tudo.

Além disso, os próprios sentimentos começavam a assustá-la. Pegava-se constantemente pensando em Talita e nos momentos que passaram juntas. Que confusão tinha feito de seu sossegado coração! O crescente carinho que sentia pela médica casada não poderia levar a um final feliz. Melhor acabar logo com aquilo e ir embora da ilha. Procuraria Natasha e confessaria tudo. Depois poderia encerrar essa fase e voltar para a sua verdadeira vida.

 

No aeroporto, Mariana se dirigiu para a alfândega. O fiscal deixou suas malas passarem sem sequer olhar dentro delas, pediu a um ajudante que carregasse as duas malas dela e lhe desejou uma feliz estada em Santa Catarina.

Depois de hesitar alguns momentos, Mariana seguiu o rapaz até a saída do prédio.

-- Bem-vinda a Florianópolis -- o motorista sorriu, acenou de forma cortês e colocou a bagagem no porta-malas do táxi -- Vamos para onde?

-- Para a Marina Santo Antônio -- não havia emoção na voz da bela mulher, nenhum sinal de que ela estava feliz em voltar. Talvez fosse o cansaço da viagem. Afinal de contas, a distância entre a África e o Brasil era longa. Ela não havia dormido nada no avião. A ansiedade e o temor de reencontrar Natasha sempre a mantinha acordada -- Vou para a Ilha Falcão.

-- Hum, férias?

-- Negócios -- como se quisesse evitar qualquer tentativa de conversa, Mariana entrou no carro e virou a cabeça para olhar pela janela. Lembrou que em outros tempos, com certeza, uma enorme limusine luxuosa, com ar-condicionado, champanhe e com um motorista elegantemente uniformizado ao volante, a esperaria no portão.

Depois de Alguns momentos, fechou os olhos. Era estranho retornar como uma simples coadjuvante ao lugar onde sempre foi a protagonista. Não era mais a rainha, agora era a bruxa.

 

 

 

Créditos:

https://www.jurisway.org.br

 

 

 

Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 10/04/2018 03:44 · Para: Capitulo 27

Marina de volta a vida de Natasha? Ela num quer mais não. Eita contusão. E a pobre da layla? Nat e má qdo quer.EElisa viu o filho q nem a Andrea sabe q terá . Bjs



Resposta do autor:

Bom dia Patty.

Um final de semana cheio de luz.

Beijos.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 09/04/2018 14:27 · Para: Capitulo 27

Olá Vandinha 

Menina a ilha vai ser pequena para tantas pessoas que estão chegando com más e boas intenções por enquanto só pessoas querendo se dar bem. 

Elisa já ajudar a Andreia e a Natacha quando a verdade vier a tona e a Carolina apaixonada pela Talita ela terá duas lutas uma porque é uma pessoa livre não se prende a lugar ou pessoas e segundo por estar apaixonada por uma mulher casada.

Bjus e até o próximo capítulo



Resposta do autor:

Bom dia, Mille.

Tempestade a vista.

Um FDS, maravilhoso, cheio de luz e paz.

Beijos.



Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 09/04/2018 10:01 · Para: Capitulo 27

Carolina vai se safar por causa do bebê. Elisa deve se tornar uma amiga e talvez a ajude com Natasha antes de ser posta para correr. Posta para correr se Natasha for  boazinha com Andreia. Do jeito que Natasha é "um doce" ela vai mandar é todos para cadeia.

A verdadeira Carolina está apaixonada por taliTa? Uau! Isso vai ser interessante.

Boa semana para você!

Abraços fraternos procês aí!

Observação: uma observação. Acordei de madrugada,. Por volta de 1h, para beber água e lembro que olhei no celular para ver as horas. Tinha uma notificação de novo e-mail. Juro para você que eu li que seu romance tinha um capítulo novo postado. Quando acordei para trabalhar peguei o celular e fui ver a atualização. Realmente tinha uma atualização de capítulo, mas era de outra história. Mistérios da meia noite kkkkk o que um pessoa com saudades de uma história não faz? Fica imaginando que você atualizou a história

Beijos procês



Resposta do autor:

Bom dia NovaAqui.

Mistériosssssss...

Então vai aí um capitulo novinho para você. 

Um FDS cheio de luz e paz.

Beijosss...



Você deve fazer login ou se cadastrar para comentar.