Ones musicais por Raquel Amorim


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Disponível: https://www.youtube.com/watch?v=hb0jh-f5zX4

 


“(Te dominar, te dominar)
(Te dominar, te dominar)


Eu tô indo
Abra a porta
Tô subindo
Não demora
Que hoje eu vou te deixar sem a-a-ar

Essa noite
Vai ser nossa
Bota um filme
Me namora
E faz o mundo inteiro para-a-ar

Eu te quero cada dia mais e mais
O meu corpo já conhece os teus sinais
Deu alerta, tô esperta
Então vem que a vontade já é certa

Faz um tempo que eu espero por você
Nosso caso tinha que acontecer
Deu alerta, muito esperta-a-a-ah

Eu vou te pegar
Te dominar, te dominar
Quando começar
Não pode mais pa-para-parar

Eu vou te pegar
Te dominar, te dominar
Quando começar
Não pode mais pa-para-parar

Iê-ô-ô-ô-ô-ô-ô-oh
Não pode mais pa-para-parar

Te vejo
Fico louca
Te desejo
Tira a roupa
Que agora eu vou te deixar sem a-a-ar

A gente
Tem algo
Diferente
Tão fácil
Que faz o mundo inteiro para-a-ar

Eu te quero cada dia mais e mais
O meu corpo já conhece os teus sinais
Deu alerta, tô esperta
Então vem que a vontade já é certa

Faz um tempo que eu espero por você
Nosso caso tinha que acontecer
Deu alerta, muito esperta-a-a-ah

Eu vou te pegar
Te dominar, te dominar
Quando começar
Não pode mais pa-para-parar

Eu vou te pegar
Te dominar, te dominar
Quando começar
Não pode mais pa-para-parar

Iê-ô-ô-ô-ô-ô-ô-oh
Não pode mais pa-para-parar

Iê-ô-ô-ô-ô-ô-ô-oh
Não pode mais pa-para-parar

Eu vou te pegar
Te dominar, te dominar
Quando começar
Não pode mais pa-para-parar

Eu vou te pegar
Te dominar, te dominar
Quando começar
Não pode mais pa-para-parar

Iêê

Iê-ô-ô-ô-ô-ô-ô-oh
Não pode mais pa-para-parar

Não pode mais, não pode mais
Iê-ô-ô-ô-ô-ô-ô-oh
Não para não, não para não
Te dominar, te dominar

(Te dominar, te dominar)
(Te dominar, te dominar)”


 

            A primeira vez que a vi todo o meu corpo reagiu, linda, com seus cabelos negros caídos pelos ombros, seu sorriso safado, seu jeito meigo, mas de mulher, uma mulher que com certeza sabe enlouquecer outra pessoa, porque aquele era o trabalho dela, era aquilo que ela fazia. Uma despedida de solteira da minha melhor amiga, uma dança sensual para mim, a madrinha. Lá estava ela, com aquela lingerie sexy vermelha, aquele chicote e minhas mãos vendadas para trás, assim como a de Ana ao lado, minha amiga era fiel, mas era sua despedida de solteira.

- Você é linda.

            Ela me olhou com seus negros perfeito. Sua pele morena, seu corpo escultural. Eu quero aquela mulher.

- Você não pode me falar essas coisas, eu sou uma Striper.

- Você é uma Striper até as uma da madrugada, depois disso você é uma mulher maravilhosa que está me deixando louca.

            E ela sorriu, continuou sua dança, as outras na sala nem tinham sua atenção na dançarina em meu colo, pois quando ela entrou pela porta eu deixei bem claro, ninguém toca nela, ela é minha. Não era sua profissão, era ela, unicamente ela, eu a queria, ela tinha algo diferente.

- Eu não faço essas coisas, nada contra, mas não sou prostituta, não transo por dinheiro.

            Então eu sorrio, pois isso apenas me fez a querer mais.

- Eu não quero te pagar para transar comigo, eu quero que queria transar comigo.

            Ela fica séria, para seus movimentos e me encara, seus lindos olhos negros. Será que disse algo errado? Porém o medo vai embora quando ela volta a sorrir e se aproxima do meu ouvido.

- Ótimo, pois minha calcinha está completamente encharcada por você.

            E assim sai do meu colo. Essa mulher é o demônio, ela é feita para seduzir, e eu a quero só para mim, só minha.

- Clara, você está bem?

            Ana pergunta quando a outra dançarina também sai do seu colo.

- Essa mulher é minha.

- Hey sua doida, ela é uma dançarina. – A loira ao meu lado sorri, ela sabe a verdade.

            Eu a encaro.

- Você não entende, eu a quero, Ana, ela é minha!

- Oh....

            E apenas com isso ela entendeu o que eu disse. Seu sorriso se alarga. Logo nossas mãos são desamarradas, outras duas amigas nossas sentam nas cadeiras. Lá vai ela, dançar gostosamente no colo de Patrícia, meu maxilar trava, meu corpo tenciona, não, eu não quero ver aquilo, mas eu sei que esse é o seu trabalho. Respiro fundo e saiu dali. Vou para a cozinha, a casa é minha, um lindo apartamento, grande, elegante, uma conquista de anos de trabalho. Nos meus vinte e nove anos de vida, sempre soube o que eu queria da vida, arquitetura, agora tenho meu trabalho, minha vida financeira estável, um lindo apartamento, São Paulo é linda para quem sabe aproveitá-la. Abro a geladeira e pego uma lata de cerveja, a bebo rapidamente, preciso relaxar agora, a sensação de tê-la em meu colo, tocando a minha pele, sentindo seu cheiro, aquilo é viciante, eu preciso daquela mulher. Respiro fundo e termino de tomar a cerveja. Olho pela janela do local, luzes acesas e pessoas andando, uma madrugada de sábado agitada.

 - Um beijo por seus pensamentos.

            Eu não viro o corpo, apenas sorrio, pois sei bem quem está atrás de mim. Sorrio largo, até sua voz é sexy.

- Nesse momento, penso nas várias maneiras em que posso satisfazer uma certa morena.

            Então viro meu corpo, lá está ela, seu lindo sorriso no rosto, agora estando com um roupão por cima da pele, cobrindo a deliciosa visão do seu corpo. Frustrante, mas reconfortante, agora apenas eu quero vê-la na plenitude de sua nudez. Jogo a latinha na pia e vou até ela, não dou-lhe tempo de pensar, recusar ou qualquer outra negativa, pega seu corpo e elevo, fazendo-a sentar no balcão e me ponho entre suas pernas.

- Você me deve um beijo.

- Em sempre pago as minhas dívidas.

            Inevitável não sentir a quentura entre as minhas pernas, ela era um demônio disfarçado de anjo e o melhor é que estou adorando essas versões. Não demoro em colocar meus dedos entre seus longos fios negro e puxá-la para meus lábios, seu sabor adocicado misturado ao de vinho, deliciosa. Nossas línguas se tocam, poderia ser antecipado, mas eu queria tocá-la.

- Pare-me, pare-me agora, pois eu não vou conseguir.

            Nos encaramos, mas ao contrário do que eu pensei que ela faria, a morena agora coloca suas mãos em meus cabelos vermelhos e puxa para outro beijão. Minhas mãos puxam o nó do roupão e expõe a maldita lingerie, passeio por sua barriga, seus seios cobertos pelo pano, e logo aperto sua intimidade ainda coberta, seu gemido me faz aprofundar o beijo, mais selvagem, mais voraz, mais nosso. Afasto um pouco sua calcinha e sinto o quanto ela está excitada, o quanto ela está me querendo. Eu gemo com o contato, não mais do que ela, sinto seu corpo estremecer, sinto sua respiração ofegar, ela é minha.

- Clara...

            Seu gemido, seu maldito gemido chamando meu nome, eu iria a possuir ali, em meu sofá, em minha mesa, em minha cama, em minha vida, mas diferente do que eu pensei, tudo foi por água abaixo.

- Opa, foi mal, eu... só vim buscar uma cerveja.

            Não nos afastamos, mas minha mão saiu do lugar que tanto gostava de estar, a morena deixa seu rosto ficar entre meu pescoço, não era vergonha, era apenas tesão contido, ela estava ofegante, não diferente de mim.

- Tudo bem, Ana, vai lá.

            Minha amiga noiva sem jeito vai até a geladeira, pega a latinha e sai.

- Tudo bem?

- Sim.

            Ela responde, eleva o olhar, linda, perfeita. Seu sorriso logo aparece.

- Preciso voltar para lá, é meu trabalho ficar com perto de todas.

- Você está fazendo o seu trabalho, eu contratei vocês, tenho o direito de requerer uma dança particular.

- Você já teve a sua dança particular.

            Aproximo nossos lábios.

- Não falo desse tipo de dança.

            Ela respira fundo,

- Eu preciso voltar, Clara.

- Depois da uma, você é minha, apenas minha, Beatrice.

            Ela apenas concorda com a cabeça, trocamos mais um beijo delicioso, eu não queria soltá-la, mas eu sei que ela precisava voltar, e como já esperado, todas as garotas passaram a manter sua atenção nas outras duas dançarinas, não que elas não admirassem a beleza de Beatrice, não tinha como não fazer, porém elas sentiram a tensão entre nós, ela era minha, por esse motivo, teria que ser respeitada, pelo menos naquela noite ela já não trabalhava mais, porém nosso planos foram por água abaixo de novo. A cada vez que nos olhávamos, faíscas saiam de nós, ela estava perto, eu a queria o tempo todo perto. Arrastei ela mais duas vezes para o corredor e a beijava intensamente, mas minhas amigas já estavam bêbadas suficiente para não entenderam que queríamos ficar a sós. E tudo piorou quando Patrícia passou mal. Ela vomitou toda a minha sala. Bom, ali todo o clima de sexo foi embora. As dançarinas foram embora as uma e meia.

- Eu vou procurar você. 

            Sorrio e pressiono seu corpo contra a parede no corredor. Ela suspira, logo nossos lábios estão colados, nossos corpos acendiam, era mais que sexo, muito mais que sexo.

- Eu vou te ligar, eu quero você.

- Estarei esperando.

- Vamos, Bea.

            Escutamos uma das dançarinas chamando, ela me beija mais uma vez e depois se afasta, seu calor foi embora, mas a sensação de que aquilo era apenas o começo ficou, porque eu tinha certeza disso, era apenas o começo. Agora depois de uma semana torturante, com trocas de mensagens com teores proibidos para menores de dezoito, estava eu dentro daquele táxi, a caminho da minha, porque ela é minha, desejosa mulher.

“Estou indo, deixe a porta aberta”

“Você não vai me foder logo, vamos assistir a um filme, namorar”

            Sorrio com sua resposta, essa era a intimidade adquirida durante todo esse tempo.

“Essa noite vai ser nossa, pretendo te deixar sem ar. Faça o que quiser comigo, serei sua”

            Pois era isso, ela poderia fazer o que quisesse comigo.

“Hoje eu vou te deixar sem ar”

            Com isso meu corpo esquenta e vejo o táxi parar em frente a um prédio. Era ali, era agora, ela seria minha. Pago a corrida, entro na portaria, o porteiro apenas assente, ela já me espera. Entro no elevar e sinto a caixa de metal subir. Aquela mulher que me enlouqueceu com uma dança, que teve toda a minha atenção durante toda essa semana. Abriu a porta nesse instante, com aquele maravilhoso sorriso no rosto. Perfeita.

- Clara...

- Beatrice...

            E como em um ápice de prazer falamos nossos nomes, curtos e sensuais, não demorou para nossos corpos estarem colados, não demorou para que nossas bocas se sentissem e o desejo palpável, o tesão, a tensão tomarem conta do lugar.

- Eu queria tanto fazer isso.

            Ela sorri e volta a me beijar, nossos corpos caminham para o sofá e logo estamos deitadas, meu corpo prendia o seu, é ali que quero estar.

- Eu te quero, mais e mais a cada dia, eu te desejo como nunca desejei outra pessoa. Seu corpo me dá os sinais de que quer o mesmo. Estou em alerta, esperta, mas a minha vontade é maior, muito maior, eu quero você, isso é inegável.

            Nossos olhos estavam conectados de uma forma surpreendente.

- Há muito tempo eu espero por você, tínhamos que acontecer, estou da mesma forma, em estado de alerta, mas eu quero que me deixe sem ar. Quero que me faça transpirar e suspirar, quero me faça sua.

            Seguro sua perna e a puxo para cima, fazendo seu lindo vestido perto subir, mostrando sua pele morena, seu cheiro amadeirado me enlouquecia, seu suor escorrendo, ela era minha, apenas minha. Nossas bocas se colam, minhas mãos ultrapassam aquela barreira e logo estão dentro do seu vestido, passeando pelas laterais de sua calcinha, ainda sinto ate hoje a sensação de tocá-la ali, tão quente, úmida e cheirosa.

- Eu vou te possuir, querida, vou te dominar, te pegar, e quando eu começar, não vou mais parar, eu sinto isso.

            Seus olhos negros me encaram, perfeita.

- Quando eu te vejo fico pedida, louca de desejo. – Ela encaminha suas mãos para a minha camiseta. – Tira a roupa. Eu quero te deixar sem ar.

            Eu faço isso, elevo o corpo e tiro a peça, expondo meu sutiã vermelho, ela saliva, me desejava da mesma forma.

- O que a gente tem é diferente. Sinto o meu mundo parar quando estou com você.

- Eu me sinto da mesma forma. Tire tudo, eu quero você.

            Sorrio e faço isso, tiro meu sutiã sob seu olhar devorador, depois desço do sofá e faço o mesmo com a calça.

- Tudo.

            Lentamente, puxo a última peça para baixo, expondo a minha nudez.

- Linda.

            E lá estava o demônio que tanto amo, seu olhar selvagem, sua mordida de lábio safada, ela era minha, e eu a queria exatamente daquela forma. Ela faz um sinal com o dedo indicador chamando-me de volta, eu farei, mas eu também a quero nua.

- Vou te devorar, querida, e não quero parar, não vou querer parar.

            Puxo seu vestido para cima, estava sem sutiã. Sua barriga sarada, seu corpo perfeito. Delicio-me tocando sua pele exposta, escuto seu gemido quando minhas mãos tocam seus seios e aperto com um pouco de força. Não demoro para estar em cima dela de novo, agora pele contra pele. Nossas bocas se completam. Nossos corpos se encaixam. Perfeitos.

- Eu vou te dominar, te devorar, te pegar, você e minha.

            Eu não resisto, ao escutar seu gemido. Me afasto, elevo o corpo e desço do sofá, encaro seus olhos, lá estava a minha mulher safada. Fico de joelhos no chão e puxo sua última peça para longe do seu corpo, seu olhar era devorador, o meu era ameaçador. Eu a queria, de todas as formas. Então coloco suas duas pernas em meus ombros e enlouqueço com seu primeiro gemido ao sentir minha boca naquele lugar úmido, delicioso.

- Clara...

            Suas mãos já estavam em meus cabelos vermelhos, sua respiração já ofegava e sentia seus tremores, trabalharia rápido, pois ali era só o começo.

- Clara, eu... eu vou...

            E ele veio, forte, perfeito, delicioso, seu gosto, seu cheiro afeminado, sua intimidade completamente lisa, aquilo era maravilhoso. Elevo o corpo e a vejo de olhos fechados e um sorriso no rosto, sinto-me satisfeita, mas era só o começo da noite.

- Mostre-me onde é o seu quarto.

            Digo ao aproximar nossos rostos, faço-a sentir seu gosto no beijo, enlouquecendo mais ainda com seu gemido baixo.

- Segunda porta à direita.

            Eu sorrio, levanto com ela em meu colo. Ela se assusta, coloca seus braços em meu pescoço e depois de trocas de beijos e carinhos estávamos em sua cama. Seu corpo agora sobre o meu, eu queria estar dentro dela, precisava estar dentro ela. Suas reboladas sincronizadas me excitavam. Ela abaixa o corpo e coloca sua boca contra o meu seio. Aquilo era uma sensação nova, não o contato, mas o que senti com o contato, com certeza o que tínhamos era diferente, ela era diferente.

- Beatrice....

            E ela continua, perfeita, uma boca perfeita, como todo o seu corpo é. Seguro em sua cintura e a estimulo a rebolar mais, apesar de estar maravilhoso, eu precisava estar dentro dela.

- Eu quero te devorar, querida.

            Então levo minha mão para onde queria, ela entende, eleva o corpo e me permite entrar, seu gemido, seus olhos fechados com a sensação, seu corpo trêmulo, nada diferente do meu estado, porque eu quero aquela mulher, queria fazê-la transbordar junto comigo.

- Rebole, Beatrice.

            Ela me encara, sorrir e se firma em minha barriga, suas mãos quentes pressionam para baixo e começa a “cavalgar” deliciosamente em meus dedos. Em nenhum momento desviamos os olhares, em nenhum momento, ela gemia, eu gemia, ela tremia, eu tremia, ela sentia, eu sentia, estar dentro dela foi uma das melhores sensações da minha vida, e quando a senti me pressionar com toda a força, não resisti, me entreguei ao prazer absoluto, junto dela, por ela e para ela. Porque Beatrice tirava tudo de mim, extremamente tudo.

- Clara...

- Beatrice...

            E nos derramamos, porque ela era minha, assim como eu era dela. Nossos corpos suados, nossas respirações descontroladas. Perfeito como ela é. A morena deita-se ao meu lado, seus cabelos negros sobre meu ombro. Eu sou daquela mulher.

- Então... gostou?

            Eu apenas sorrio. Essa pergunta só poderia ter uma resposta.

- Você é perfeita, amor.

            Ela eleva o olhar e me encara, eu amo aqueles olhos pretos.

- Qual vai ser a próxima?

            Eu finjo pensar um pouco.

- Pensei em atendente de posto de gasolina.

- Uau, está cada vez melhor. Estou adorando isso, essas fantasias.

- Quem deve ter gostado foi Patrícia que teve uma dança particular na despedida de solteira de Ana.

- Querida, eu estava na personagem, você que escolheu. E Ana concordou, Júlia gostou tanto da ideia, que levou uma fantasia de enfermeira e outra de policial para a sua lua de mel.

- É, mas não era para ter dançado para ela. Não vi Júlia dançando para ninguém além de Ana.

            A morena sorri, se inclina e me beija.

- Elas iam se casar, querida, claro que ela não dançaria para mais ninguém. A ideia de nos fantasiar de Striper foi minha, mas ela gostou, pois assim sua futura esposa não olharia para mais ninguém. E você sabe que Patrícia só estava te provocando, assim como eu. Eu estava dançando para você.

- Eu sei, mas me lembre de não fazer mais isso, foi horrível. Não quero a minha esposa no colo de outra mulher.

            Ela sorri e se aproxima do meu ouvido.

- Eu não quero estar no colo de nenhuma outra, a não ser o seu.

            Sorrio e deito meu corpo por cima do seu.

- Eu amo você, Beatrice Mendonça. Feliz quatro anos de casamento.

- Eu amo você, Clara Mendonça, feliz quatro anos de casamento.

            E nos beijamos, porque eu amo aquela mulher, com ou sem fantasia, sendo dançarina, stripper, atendente de posto de gasolina, entregadora de pizza, nua, eu a amo de todas as formas, mas a minha mente já trabalhava na outra forma de entrar nessa brincadeira de personagens, quem sabe massagista, isso, a próxima seria massagista. Mas agora, eu ainda aproveitaria da stripper, minha deliciosa, safada, um demônio particular que tira todo o meu sono. Dentro daquele apartamento, que era nosso, na verdade dela antes de casarmos, podíamos ser quem quiséssemos, desde que sejamos uma da outra, porque ela me pertence, assim como eu pertenço a ela.

- Fique de quatro para mim querida, Stripper.

 

            Ela não ousa dizer não, afinal, nessa noite, era a minha dançarina sensual, e sensualidade não faltava a aquela mulher, minha mulher.

Nome: mtereza (Assinado) · Data: 09/12/2017 09:07 · Para: 25. IZA – Te pegar

Gostei não   conhecia essa música dela. Já tinha escutado outras mais essa não bjs 



Resposta do autor:

Eu nem conhecia a cantora, encontrei no youtube ache legal. 



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