Por que demoramos tanto? por sonhos_loucos


Flashlight

 

 

When tomorrow comes I'll be on my own
Feeling frightened of the things that I don't know
When tomorrow comes, tomorrow comes
Tomorrow comes

I know the road is long, now look up to the sky
And in the dark I found last hope that I won't fly
Then I sing along, I sing along
Then I sing along

I got all I need when I got you and I
I look around me, and see a sweet life
I'm stuck in the dark but you're my flashlight
You're getting me, getting me through the night

I can't stop my heart when you're shining in my eyes
Can't lie, it's a sweet life
I'm stuck in the dark but you're my flashlight
You're getting me, getting me through the night
'Cause you're my flashlight
My flashlight
You're my flashlight

I see the shadows low beneath the mountain tops
I'm not afraid when the rain won't stop
'Cause you light the way, you light the way
You light the way

I got all I need when I got you and I
I look around me, and see a sweet life
I'm stuck in the dark but you're my flashlight
You're getting me, getting me through the night

I can't stop my heart when you're shining in my eyes
Can't lie, it's a sweet life
I'm stuck in the dark but you're my flashlight
You're getting me, getting me through the night
(Light, light, light, you're my flashlight)

I got all I need when I got you and I
I look around me, and see a sweet life
I'm stuck in the dark but you're my flashlight
You're getting me, getting me through the night

I can't stop my heart when you're shining in my eyes
Can't lie, it's a sweet life
I'm stuck in the dark but you're my flashlight
You're getting me, getting me through the night

'Cause you're my flashlight
'Cause you're my flashlight
You're my flashlight
You're my flashlight, light, light
You're my flashlight, light, light
You're my flashlight

 

Quinta-feira, 10 de março de 2016.

A vida vem me testando desde cedo. Quando perdi meus pais em um assalto, o mundo me pareceu muito cruel, os culpados nunca foram julgados ou sequer achados. Aprendi desde  então a lidar com as injustiças desse mundo. A minha sorte é que dois anjos passaram a cuidar de mim. Depois da morte de meus pais, que trabalhavam para o senhor Arnaldo e a dona Clarisse, eu me fechei um pouco. Passei a ser uma criança madura demais para a minha idade. Quando me levaram para morar com os patrões de meus pais, eu não conseguia me adaptar e recusava todo e qualquer laço. Em minha cabeça, criar sentimentos por outras pessoas se aplicaria em perdê-los e ser doloroso como aconteceu há anos atrás. Eles foram insistentes e a barreira imposta por mim, simplesmente ruiu. Agradeço todos os dias por eles não desistirem de mim.

- Tudo bem amor? – olhei para o meu lado e Jessica me olhava com as sobrancelhas franzidas.

- Tudo sim... – beijei sua testa. Ela sorriu e olhou para o relógio em meu criado mudo.

- Eu preciso ir... – Jessica levantou e foi à procura de suas roupas por meu quarto.

- Claro... – levantei e também estava completamente nua.

- Amor... – ela me olhou.

- Não precisa explicar nada... – suspirei. – Vou tomar banho... – ela me olhou triste.

Fui para o banheiro com a cabeça pesada. Liguei o chuveiro e deixei a água morna molhar cada pedaço do meu corpo. Encostei a cabeça no azulejo frio, espalmei a mão no vidro do box e deixei minha mente vagar.

Sei que ser aceita por nossos pais é importante. Sei que dói o desprezo de quem tanto se ama, mas viver a vida toda se escondendo é covardia demais. Jessica e eu namorávamos faz um bom tempo. Sempre soube de seu medo em assumir para todos a sua orientação sexual. Eu nunca quis que ela fizesse isso, mas que apenas tivesse coragem de dizer aos pais que eu sou sua namorada, somente a eles. Esse negócio de encontros escondidos, fingir sermos amigas diante de outras pessoas, ter que ver os caras dando em cima, não era nada fácil. Eu amava a Jessica e é por esse motivo que me deixei viver assim, mas isso já estava além do compreensível.

Sai do banho e ela já não estava mais ali. Achei melhor assim, afinal, isso havia virado rotina. Discutíamos feio e depois tudo acabava em sexo. Coloquei uma calcinha box e uma blusa larga. Joguei-me na cama e simplesmente adormeci. Era somente isso que eu queria fazer, me desligar de tudo.

Acordei no sexta bem cedo para poder correr um pouco pelo quarteirão. Aproveitei a folga para cuidar de mim. Corri para mais de uma hora. Passei na padaria e comprei algumas coisas para meu café. Ao chegar à portaria fui informada pelo porteiro que a minha amiga havia subido há pouco. Agradeci e segui para o elevador.

- Você tão cedo em minha casa... É assustador. – falei assim que entrei e vi Alex. Ela estava sentada no sofá assistindo televisão. Havia dado aquela chave para ela fazia algum tempo. Alexandra me olhou e o negócio parecia mesmo ser sério. – Vem aqui...

Ela me acompanhou até a cozinha. Ajudou-me a arrumar a mesa e sentou de frente para mim. Comi um pedaço de bolo antes de receber alguma bomba. Ela me olhava com tristeza e aquilo já estava me incomodando.

- Desembucha Alexandra. – ela respirou fundo.

- Nanda... Eu vi uma coisa que talvez vá te deixar sem chão. – os olhos dela não desviavam dos meus. Alexandra era do tipo de pessoa que conversava olho no olho e essa era uma das características dela que muito me agradavam.

- Não importa o que seja Alex... Pode dizer tudo. – analisei suas feições.

- Eu vi a Jessica... – senti um peso sobre o peito. – Vi sua namorada há uns dias atrás com a família e um cara... Eles estavam aos beijos...

Senti como se um rolo compressor estivesse passando lentamente sobre meu peito. Levantei da cadeira e passei a andar pela cozinha não podendo acreditar que aquilo fosse real. Olhei para Alex e ela mantinha a feição de tristeza. Era como se houvesse levado um soco no estomago.

- Onde? – perguntei ao voltar a sentar. Um nó se formou em minha garganta. Senti minhas orelhas quentes.

- Terça a noite. Em um restaurante. – baixei meus olhos. Os mesmos ardiam bastante, mas eu prendi qualquer vontade chorar. Então foi por isso que ela saiu às pressas. Ela fazia isso tantas vezes que uma coisa assim nunca me passou pela cabeça. Eu achava que era por causa dos pais. – Fui jantar com Caio e os vi, mas eles não a nós.

- Vagabunda! – foi a única palavra que saiu.

- Nanda... Eu sei que você ama aquela vadia, mas eu peço, imploro. Não deixa ela acabar com tua vida... Eu nunca gostei dela e agora entendo por que. – Alexandra sempre torcia o beiço quando Jessica se aproximava, mas sempre achei que só fosse implicância mesmo.

- Como ela pôde Alex? – senti uma lágrima quente escorrer por meu rosto. – Dediquei dois anos da minha vida com esse namoro e todas as limitações impostas... Como eu fui burra.

- Ei? Burra é essa garota, mas não você... Maria Fernanda, ela é a idiota dessa história. – Alex segurou minha mão. – Dá uma lição nessa garota.

- Sei o que vou fazer... – levantei. – Obrigada por me dizer, Alex.

- Desculpa ser a portadora dessa notícia. – ela me olhou. – Se precisar de mim... – sorri para ela.

Alexandra saiu do meu apartamento depois que me fez prometer que não iria deixar aquilo barato. Fui para o banheiro e sentei dentro da banheira, tomando uma chuveirada gelada. Sentia que meu coração estava partido em milhões de pedaços. Eu chorava, soluçava, mas era de ódio. Não conseguia me perdoar por ter sido tão tola, tão cega.

- Desgraçada... – gritei e tenho certeza que alguns vizinhos escutaram.

Não sei ao certo quanto tempo, mas depois de tanto tentar esfriar a cabeça, sai do banheiro. Fui até o guarda-roupa e tirei de lá um pá de peças intimas, uma blusa dos Beatles preta e um short jeans rasgado.

- Preciso aparar as pontas. – conclui depois de olhar a imagem patética de uma garota com os cabelos castanhos claros até próximo ao bumbum, a pele branca demais, os olhos que são claros agora estavam vermelhos.

Coloquei uns óculos escuros e deixei meu apartamento, indo para o salão de um amigo. Quando cheguei, não precisei dizer absolutamente nada. Marcos me sentou na poltrona que ele dizia ser exclusivamente minha.

- Vamos dá um jeito nisso...

Depois deu uma hora, fui liberada da minha “reabilitação” como Marcos disse. Antes de voltar para casa, bati perna pelo shopping, comprei algumas roupas e então decidi ir. O que soube mais cedo não saia nem por um momento da minha cabeça. Iria fazer de conta que não sabia de nada e a pegaria em uma dessas reuniões de família que ela devia ter com o namorado.

Somente pensar nisso me deixava com muita raiva. Eu não agiria como aquelas pessoas loucas que saem matando ou espalhando fotos e vídeos íntimos, apesar de ter muito disso em meu celular. Fiz uma nota mental para apagar essas coisas do meu celular e trocar as senhas de todas as minhas redes sociais.

Joguei o que comprei no sofá, fui até a cozinha e quase tive um infarto ao ver Jessica comendo uma macarronada feita na noite anterior. Ela sorriu ao me olhar e eu quase joguei tudo o que soube em sua cara. Nesse momento tudo que vivemos naqueles dois anos veio à mente igual a um slide de fotos.

- Oi amor... – ela levantou e veio até a mim. Beijou-me com delicadeza e eu apenas correspondia no automático.

- Oi... Amor. – forcei um sorriso.

- Mexeu no visual... – se afastou para me olhar. – Ficou ainda mais linda. Sou uma garota de sorte.

“Cínica, mentirosa, traidora”.

Fiz tudo da mesma forma que a beijei. Satisfiz a sede dela por sexo e depois ficamos deitadas, até ela pegar no sono. Já eram seis da noite, quando levantei para tomar banho. Esperava ela acordar a qualquer minuto, vestir-se e dizer que não poderia ficar com um desculpa qualquer. O que aconteceu logo, me fazendo ficar com o sangue em borbulhas.

- Vou jantar com os meus pais... – ela terminou de se vestir. – Naquele restaurante italiano que você me levou... – se possível, fiquei ainda mais puta, mas não poderia demonstrar. – Amanhã venho para almoçarmos juntas...

- Claro... – a beijei com falsa empolgação. Sempre amei os lábios carnudos de Jessica. Eles sempre me fascinaram, mas agora me davam nojo.

Uma hora depois que ela saiu, eu troquei de roupa. Vesti uma jaqueta preta, uma calça jeans azul colada, um smart tênis de cano baixo. Passei um batom vermelho e achei que já estava bom. Peguei as chaves do meu carro e dirigi até o restaurante que ela havia dito que estariam. Estacionei do outro lado da rua, dei uma olhada nas horas.

“Falta quinze para as oito. Eles com certeza já devem estar lá dentro”. Pensei.

Passei meia hora dentro do carro e quando já estava cansada de esperar e a bunda passou a doer, sai do carro. Encostei-me na porta do passageiro, cruzei os braços sobre o peito e fique fitando o maldito restaurante.

“Ela trouxe a família e o namoradinho no lugar aonde a pedi em namoro”. Pensei com pesar.

- Puta! – murmurei.

- Olha quem tá aqui... – fechei meus olhos ao escutar aquela voz.

“Só pode ser sacanagem!”. Abri meus olhos para me deparar com aquela patricinha.

- Alice... – sorri falsamente.

- Pobretona... – nessas horas eu sentia uma vontade quase que com vida própria de esfregar a cara dessa esnobe no chão.

- Vai procurar o que fazer Alice. – desviei meus olhos dela. – Sem saco pra você hoje...

- Só saio daqui quando me dê vontade. – voltei a olha-la. Ela deu de ombros. O que essa garota tá fazendo aqui, afinal? – Os incomodados que se mudem... – ela deu uma risadinha. Me deu o troco pelo que disse na cozinha há uns dias atrás.

- Então tá... – me calei, mas não demorou muito e ela voltou a falar.

- O que faz aqui? – revirei meus olhos. – Sabe que tenho vontade de furar teus olhos quando faz isso?!  – não respondi nada. – Ah, agora vai me dá gelo...  Você é insuportável, Maria Fernanda. Cada vez mais idiota...

- Garota, cala a boca... – ela estava me deixando no limite.

- Então diz o que faz aqui... É simples. – respirei fundo. Se essa fosse a única forma de fazê-la ficar em silêncio, falaria.

- Minha namorada que vive em Nárnia tá me pondo chifre com um cara e eu vim fazer uma surpresa pra ela. Ela e o bonitão estão jantando no restaurante em que a pedi em namoro com os pais dela. Satisfeita? – a cara da patricinha foi hilária. Quase ri de sua boca aberta.

- Você fica com mulheres? – revirei meus olhos.  – Mas, como...

- Sou discreta, Alice e sim, seu pai sabe. – se possível ela ficou ainda mais surpresa e também muda. Eu sorri.

“Ótimo! Ao menos assim ela cala a matraca”.

- Então sua namorada tá te traindo... – ela disse com deboche. Parece que superou o fato de eu ser lésbica mais rápido do que previ. E eu que esperava que ela saísse correndo assim que terminasse a frase. – Que vadia...

- Ao menos uma vez na vida concordo com você. – senti meu coração dá um solavanco ao ver os pais da Jessica saindo do restaurante. Os reconhecia porque ela havia me mostrado algumas fotos. – Aquele é o... – quase achei que estava tendo uma alucinação quando vi o cara que estava de mãos dadas com Jessica.

“A coisa é ainda pior do que imaginei”.

- Leandro! – acho que se eu fosse desenho animado, meu queixo estaria no chão agora. A coisa só piorou quando os dois se beijaram. – Que filho da puta... Eu vou...

- Calma... – a puxei pelo braço. – Não faz nada...

“Que mundo é esse me Deus?!”.

- Como assim não faz nada? – ela berrou, atraindo a atenção de algumas pessoas e inclusive dos namorados traíras.

Eles nos olharam com muita surpresa. Mantive Alice ao meu lado, enquanto encarávamos aquele casalzinho. Acho que não sabiam onde enfiar a cara. Foram chamados pelos pais da Jessica. Balancei a cabeça negativamente antes de eles irem embora. Soltei o braço da Alice e rodeei o carro. Entrei no veiculo e liguei o motor. A patricinha que estava parada ao ouvir o barulho se virou.

- Aonde vai? – perguntou da janela do carona.

- Encher a cara... – dei de ombros. Ver aquilo me arrebentou por dentro. - Quer me fazer companhia? – ela pareceu pensar.

- Por que não?!

Alice entrou no carro e eu dei partida. Controlei a maldita vontade de chorar e liguei o som no último volume. Vi meu celular tocar e a foto da Jessica aparecer, mas não atendi. A patricinha parecia estar em outro mundo. Dirigia em uma velocidade considerável, por mais que minha vontade fosse acelerar até o limite. Chegamos ao meu apartamento e a Alice estava em estado de down.

- Bem-vinda ao meu apartamento... – falei assim que fechei a porta.

- Esse é o seu apartamento? – ergui uma sobrancelha. Ela observava tudo com olhos de raio-x. – Como você é miserável, Maria Fernanda. – revirei os olhos. – Ganha uma grana preta e vive nesse cubículo?

- Quer ir embora? – cerrei meus olhos. – Fica a vontade...

- Grossa... – ela sentou no sofá. Tirei minha jaqueta e fui até a cozinha. Peguei dois copos para tequila e algumas cervejas, limão e sal. Amanhã a ressaca seria do mal, mas eu estava pouco me importando com aquilo.

As bebidas sempre foram enfeites. Não sou nenhuma bêbada.

Deixei as bebidas sobre a mesinha de centro, peguei um uísque que havia ganhado do Arnaldo, liguei o som e sentei no chão. Abri uma cerveja e ofereci outra para a Alice que torceu o nariz, mas aceitou.

- Não acredito que estava sendo chifrada... – ela resmungou.

- Um brinde para as pessoas de sorte que somos... – não a esperei e bebi uma grande golada da cerveja que estava muito gelada. – Aquela puta... Dois anos jogados fora...

- Aquele filho da puta... – ela gritou. – Que idiota que fui... Cala a boca! – ela mandou assim que eu tentei dizer algo. Levantei minhas mãos em sinal de rendição.

Passamos a beber tudo que estava na mesinha e até que a patricinha era boa companhia para dor de cotovelo. Quando dei por mim, estávamos em uma disputa para ver que bebia mais rápido. Ela ganhou algumas vezes. A garota parecia uma esponja e eu apenas ria de tudo. A imagem daquela vaca beijando o bombado idiota vinha em minha mente e eu queria mais que tudo esquecer daquilo, ao menos por aquela noite. Aquele seria o porre dos porres.

 

Notas finais:

Boa noite leitoras lindas... cá estamos de volta com mais um  caps pra vcs, obrigada a todas que  comentaram, é muito importante pra nós saber o que estão achando.... espero que estejam gostando. beijo grande a todas. LEH E LUHH



Comentários


Nome: Dkarol (Assinado) · Data: 24/01/2017 23:06 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

Amando tá tudo perfeito...Parabéns meninas e obrigado por compartilhar esse talento maravilhoso de vocês em escrever tão bem...bjusss



Resposta do autor:

o prazer é todo nosso meu anjo...

e saber que tem alguém que se senti feliz em ler só nos deixa ainda mais motivadas...

um grande beijo...

Leh



Nome: lenna11 (Assinado) · Data: 18/01/2017 16:24 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

Nem acredito que vcs estão de volta , tenho certeza que será outro grande sucesso!



Resposta do autor:

estava com saudades, então não consegui segurar....

ai... espero que seja e que agrade em todos os pontos...

bem-vinda Lenna...

espaço é seu... <3

Letícia Corrêa



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 11/01/2017 22:32 · Para: Capitulo 2 - Flashlight
Caraca, q coincidência. Filhos dá p... E as duas são cornas nem.podem pertubar uma a outra. Kkkk.

Resposta do autor:

kkkk

cornas... boa...

pior que nem pode ter zuação... kkkkkkkkk

pow...



Nome: Sonhadora2131 (Assinado) · Data: 10/01/2017 20:34 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

aiiiiii mds a outra historia era massaaa

e essaaaa mds tbm é muito massaaaaaaa continuarrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

e a outra vai continuar quando? estou a espera

e quando vai sair o proximo cap. dessa? ameiiiiiiii



Resposta do autor:

aaaaawns.... tô feliz...

vamos continuar sim... bom... queremos postar a segunda temporada depois desse... se dê tudo certo...

amanha teremos mais um desse e na sexta feira...

segunda, quarta e sexta...

é uma história menor, então não será diaria...

um super beijo..

Leh Corrêa



Nome: Pryscylla (Assinado) · Data: 10/01/2017 12:37 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

Oi, já gostei. 

Bjus ??’? 



Resposta do autor:

fico feliz...

um Beijo Pri...



Nome: Rita (Assinado) · Data: 10/01/2017 05:13 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

Olha que foda ambas estavam sendo chifradas. Até eu encheria a cara. 



Resposta do autor:

kkkkkkkkk

foda mesmo...

levrar chifre é complicado...

minha testa pesa até hoje... rsrsrs

Leh Corrêa.



Nome: Naahdrigues (Assinado) · Data: 10/01/2017 02:39 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

Sei lá, acho assim que merecemos mais um capítulo hoje, por favor.

Beijos meninas 

PS: um especial pra você (;



Resposta do autor:

rs... oh, linda...

combinei com a Luh que cap só na quarta...

bom te-la por aqui...

beijos...

Lehh Corrêa.



Nome: DuAmaralz (Assinado) · Data: 10/01/2017 02:29 · Para: Capitulo 2 - Flashlight

Essas duas ainda vão se desentender MT pelo visto e isso é bom, Jessica e Leandro se merecem só que ainda sinto que eles vão ser problema para as duas... Amando a nova história 



Resposta do autor:

kkkk pior que vão...

esses dois são pé no saco...

obrigada... espero que ame a cada dia mais :)

um beijo minha linda...

Leeh Corrêa...



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