Ones musicais por Raquel Amorim


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Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=DzwkcbTQ7ZE

 


“Quando chegar o amanhã, estarei por conta própria

Me sentindo assustada com as coisas que não conheço

Quando o amanhã chegar, amanhã chegar

Amanhã chegar

 

E mesmo que a estrada seja longa, olharei para o céu

No escuro, descobri a esperança perdida de que não voarei

Eu canto junto, canto junto

E eu canto junto

 

Eu tenho tudo o que preciso quando você está comigo

Eu olho à minha volta, e vejo uma vida boa

Estou presa no escuro, mas você é minha lanterna

Você me guia, me guia pela noite

Meu coração dispara quando você ilumina meus olhos

Não dá pra mentir, é uma vida boa

Presa no escuro, mas você é minha lanterna

Você me guia, me guia pela noite

 

Pois você é minha lanterna

Minha lanterna

Você é minha lanterna

 

Eu vejo sombras lá embaixo das montanhas

Não tenho medo quando a chuva não para

Pois você ilumina meu caminho, ilumina meu caminho

Você ilumina meu caminho

 

Eu tenho tudo o que preciso quando você está comigo

Eu olho à minha volta, e vejo uma vida boa

Estou presa no escuro, mas você é minha lanterna

Você me guia, me guia pela noite

 

Meu coração dispara quando você ilumina meus olhos

Não dá pra mentir, é uma vida boa

Presa no escuro, mas você é minha lanterna

Você me guia, me guia pela noite

 

(Luz, luz, luz, você é minha lanterna)

 

Eu tenho tudo o que preciso quando você está comigo

Eu olho à minha volta, e vejo uma vida boa

Estou presa no escuro, mas você é minha lanterna

Você me guia, me guia pela noite



Meu coração dispara quando você ilumina meus olhos

Não dá pra mentir, é uma vida boa

Presa no escuro, mas você é minha lanterna

Você me guia, me guia pela noite

 

Pois você é minha lanterna

Minha lanterna

Você é minha lanterna

 

Você é minha lanterna

Você é minha lanterna

Você é minha lanterna”


 

- Respira, Paty, respira.

            Eu escutei a minha mãe falando, mas eu não podia controlar, era natural, uma merda natural dos ataques de pânico que eu tinha, merda de doença, merda de claustrofobia, sim, lá estava eu, perdendo o fôlego mais uma vez graças a essa maldita crise e era terrível porque o que causou isso, foi apenas uma aranha que passou perto do meu corpo, o problema não era a aranha, o problema era que aos meus olhos ela era um monstro terrível, que poderia me devorar a qualquer momento. Ridículo, poder ser, mas só quem tem essa doença entende.

- Mãe, eu...

- Apenas respire, querida.

            Ela acariciava meus cabelos, minha mãe sabe como controlar isso, as vezes eu só preciso que me abracem. Pode ser estranho, muitas pessoas acreditam que gente com essa doença não gosta que as toquem, até certo ponto é real, mas não totalmente, os sintomas são diversificados, em mim por exemplo, é mais o exagero das coisas, eu sempre vejo mais, maiores, aterrorizantes, destruidores, tudo, desconfio de tudo e de todos. Frequentar a escola é uma merda, mas minha mãe não me deixa desistir, todos os professores e a diretora sabem da minha condição, por isso eles não insistem muito comigo e não me pressionam, para alguns eu nem existo, diferente da turminha popular, eles se acham no direito de me julgar, de me dizerem palavras maldosas, nunca me agrediram fisicamente, mas as palavras doíam muito mais.

- Paty, querida. Respira devagar.

            Aos poucos fui me acalmando. Eu sabia que era só uma aranha, mas ainda assim era aterrorizante essa sensação de medo, de sufocamento. Só quem tem essa doença pode entender.

- Isso, calma.

            Minha mãe sabia que era só me acalmar, então eu voltava ao meu normal. Era sempre assim, ou era uma aranha, ou um galho, ou um estranho passando próximo de mim, as coisas eram complicadas, eu tinha dezessete anos, estava no último ano do ensino médio e não via nenhum futuro que não fosse estar sempre sobre os cuidados de minha mãe, afinal, casar, ter filhos, formar uma família eram sonhos que eu não tinha, pois quem iria querer ter uma pessoa dependente por perto?

- Eu... estou melhor.

            Minha mãe encara meus olhos, ela só se conformava com a verdade quando olhava no fundo deles e comprovava que a crise passou.

- Certo, vou terminar de fazer a janta, vai ficar aqui, ou vem comigo?

- Eu... acho que vou dormir um pouco.

            Ela apenas concorda com a cabeça, beija minha testa e sai da sala. Ela não se preocupada muito, ou nem tanto em me deixar sozinha, eu tinha uma pulseira no braço, essa que tinha um botão, quando eu tinha uma crise eu o apertava e logo alguém aparecia, se fosse em casa era a minha mãe, se fosse na escola, algum dos professores e se fosse na rua, eu não sei como, mas ou minha mãe ou meu pai sempre apareciam do meu lado. Talvez por isso as meninas metidas a patricinhas da escola ou os “bad boys” nunca tentaram nenhuma agressão, eles sabiam que era só eu apertar aquele botão e alguém apareceria. Deito melhor em minha cama e respiro fundo, no dia seguinte teria que encarar mais uma segunda-feira com as patricinhas e os Bady boys, e o pior era que o ano estava só começando. Essa maldita doença, essa maldita sensação de solidão, essa maldita escuridão. Esse maldito eu, esse era o problema, eu. Com isso pego no sono. Miami School me aguarda para mais um dia.

- Hey, garota, porque não volta para casa onde ninguém vai precisar olhar para essa sua cara de doente?

            Eu ignoro, já era tão comum, que de certa forma nem me afetava. Termino de fechar o meu armário e puxo a capuz para cima da minha cabeça, aquele tipo de solidão as vezes era melhor que a amizade daqueles imbecis. Mas quando tento sair de perto, dois garotos e duas garotas me cercam.

- Eu só quero passar. – A minha voz quase não sai.

- Olha só, ela sabe falar, dá última vez nem conseguia respirar.

            Ele se referia a minha última crise, eu tive no meio da sala de aula, pois a professora chegou por trás de mim e me assustou, idiota, eu sei, mas como eu já expliquei não dá para evitar, é tudo maior e mais complexo em minha cabeça.

- Por favor....

- Vamos lá, Paty, diga-nos, está vendo aquela lata de lixo ali, para você o que ela é? Um dinossauro ou um.... vampiro? – Ela fala sorrindo e todos os outros gargalham.

            Eu fecho os olhos com força e tento não levar em conta, mas ao mesmo tempo já sinto os malditos sintomas, o primeiro dele é o medo, o segundo a minha visão escurece e o terceiro é a falta de ar, depois disso só depende de quanto tempo eu levarei para me acalmar e voltar a realidade.

- Deixe-me passar. – Eu toco na pulseira, isso faz eles se afastarem um pouco, mas ainda assim impediam a minha passarem, mas aquele loiro asqueroso foi ousado dessa vez.

- Você se acha muito esperta usando essa pulseira, não é? – Ele segura meu braço com força. – E se eu a tirar de você?

            Eu começo a chorar, rezando para que o segundo sintoma não chegue, pois depois dele é quase impossível de controlar, até aqui eu posso tentar algumas técnicas que a minha psicóloga me ensinou, posso cantar mentalmente a minha música preferida, posso lembrar de momentos engraçados com a minha mãe, porém isso se torna mais difícil com ele segurando meu braço daquela forma, porque logo ele chega, eu não consigo mais ver nada e isso resulta em meu copo amolecer e eu me encolher sentada no chão.

- Olha para você.... tão patética.

- Hey, seu imbecil, você não ouviu ela dizer que só queria passar?

            Escuto uma voz, na verdade uma voz desconhecida, mas era feminina, uma fodida voz linda e calmante.

- Quem é você? – O imbecil do Jack pergunta.

- Não te interessa, só saia de perto dela.

            Eu não sei porque, mas ele saiu, junto de seus amigos idiotas, eu não conseguia ver nada, eu só escutei sua voz e passos se aproximando.

- Tudo bem?

            A voz estava perto de mim, pude sentir o seu perfume, meu corpo tenciona e tento me afastar, mas ela toca meu braço, nesse momento foi como se um flash se luz acendesse ao redor dela, eu pude vê-la, ela sorri para mim, um simples sorriso, mas foi como se tudo ao meu redor se iluminasse, eu a analisei e agora entendi porque Jack correu, ela usava preto, tinha um piercing na sobrancelha e uma maquiagem um tanto escura, parecia ser do mal, mas aquela luz que só eu via me dizia a verdade, ela era brilhante e apenas eu podia vê-la.

- Enfermaria.

- Eles te machucaram? Você está ferida?

            Eu não poderia responder, mas na enfermaria eles sabiam como lidar com a minha crise, apesar de aquele ser iluminado estar ao meu lado, eu já sentia a falta de ar, e ela veio quando ela se aproximou mais e me pegou no colo, Deus, de onde ela tirou tanta força?

- Vamos, eu levo você.

            Eu não poderia dizer não, e mesmo se pudesse não diria, estar nos braços dela parecia certo. Logo eu estava deitada na cama e a enfermeira Demi segura a minha mão e começa a cantar baixinho para mim, ela era uma mulher legal, aquela era a sua maneira de me acalmar e sempre funcionava. Eu abri os olhos com cautela e ela ainda estava lá. Não sei quem ela é, de onde veio, e se vai ficar, mas ela tinha uma luz que só eu podia ver. Ela observava tudo com atenção. Deve estar achando que eu sou maluca, na verdade todos acham isso.

- Está melhor? – Demi diz e eu a encaro, concordando com a cabeça. – Porque não apertou o botão?

            Eu não queria explicar que o idiota do Jack segurou meu braço, mas também aquilo fez ela aparecer em minha frente, talvez tenha valido a pena.

- Eu... desculpe, mas talvez seja culpa minha. – A garota disse coçando os cabelos da nuca sem jeito. – Ela disse “enfermaria” e eu não pensei duas vezes em trazê-la para cá. Desculpa se fiz mal. – Demi sorri fraco para a tal garota.

- Você deve ser a aluna nova, certo? – Ela concorda com a cabeça. – Não se preocupe, você só nos poupou o trabalho de correr até ela. Você evitou uma situação pior, fez bem, querida.

            Então a tal garota sorri satisfeita e orgulhosa, ela não tinha nada de má, era só uma adolescente normal que gostava de roupas pretas e colocar medo em idiotas igual ao Jack, aquilo me deixou feliz, pelo menos naquele momento, porque ela seria uma das tantas pessoas que quando sabem da verdade se afastam, na manhã seguinte estarei sozinha de novo, estarei por conta própria tendo que enfrentar aqueles idiotas, o meu amanhã é sempre igual ao meu hoje.

- Ok, descanse e relaxe Paty, sinta-se à vontade para ir para casa, sabemos como você fica depois de uma crise, irei ligar para a sua mãe.

            Eu apenas concordo, porque eu e Demi sabemos que eu sempre durmo depois de uma crise, é uma forma minha de sair da realidade. A enfermeira se afasta e a tal garota se aproxima sentando onde a mulher estava.

- Oi. – Ela sorri para mim e eu apenas a encaro. – Eu sou Angell.

            Caramba, ela tinha que ter esse nome, o qual irônico isso seria para mim? Acabo sorrindo.

- Você fica mais bonita sorrindo. – Ela flertou comigo, mas sei que foi apenas porque ela não sabe da verdade. – Seu nome é Paty, certo? – Eu ainda a encaro. – Ok, você não é de falar muito, azar o seu, as vezes eu falo bastante. Você se sente melhor? – Agora eu apenas concordo com cabeça. – Ok, já temos um começo de conversa. – Eu ainda e encaro, aquela luz que irradiava dela era a minha nova obsessão. – Vou ficar aqui até a sua mãe chegar.

            Ela segura a minha mão e não fala mais nada, apenas acaricia com o polegar. Não demorou e a minha mãe chegou na escola, Angell se afasta um pouco vendo a minha mãe se certificar de que eu estava bem. Agora eu estava deitada em meu quarto, não parava de pensar na luz que Angell transmitiu para mim, mas eu sei que na manhã seguinte estarei por conta própria é sempre assim. O dia seguinte chegou e para a minha surpresa ela estava me esperando na entrada da escola, com aquela maravilhosa luz que só eu via nela, que só ela me lançava. Jack ameaçou se aproximar, mas foi só ela lhe olhar feio que ele torceu o nariz mudando a direção. Ela não foi embora, ela voltou, sorriu para mim, segurou a minha mãe e entramos na escola. Assim foram os dias seguintes, as semanas seguintes, os dois meses seguintes, meu coração se encheu de felicidade quando eu falei sobre a minha doença e ela só me abraçou e disse “Se você tiver uma crise perto de mim eu prometo te abraçar sempre”. E ela fez isso na três vezes que aconteceu, a crise era inevitável, mas estar nos braços dela fazia eu me acalmar com mais facilidade, o que era bom. Já éramos melhores amigas, na verdade éramos a únicas amigas uma da outra. afinal eu era eu, e ela era a minha amiga, isso significava ter apenas a mim como amiga, mas ela não se importava, sempre dizia que era o suficiente. Só que naquele dia tudo ficou diferente, porque ela chegou perto de mim, muito próxima e colocou suas mãos nas laterais do meu rosto, me encarou, o brilho, a luz, as lanternas ainda estavam lá, mas agora era diferente, estavam mais fortes, era como se ela quisesse indicar o caminho.

- Eu quero... eu preciso beijar você agora, Paty.

            Puta merda, meu coração quase para, aquilo era sinal de pânico, não era uma boa hora para ter uma crise, na verdade nem tinha motivo para isso, com aquela maravilhosa luz perto e aquele delicioso sorriso eu apenas balando a cabeça para cima e para baixo, eu nunca fiz isso, mas eu sei que com ela seria bom. Estávamos sozinhas em minha casa, minha mãe confiava em Angell, por isso foi ao mercado, nos deixando só. Ela se aproxima mais e encosta os lábios nos meus com cuidado, era difícil definir o que eu sentia, só sei que era bom, muito bom. Minhas mãos vão para a sua cintura, respirar era a única coisa que eu fazia naquele momento, porque meu corpo não se movia. Foi algo simples, mas também intenso, e aquela luz que irradiava dela estava lá, mais viva do que nunca e só eu via.

- Eu quero você. Preciso que fique comigo. – Ela me encara. – Eu vejo esperança em você, eu vejo que posso ficar aqui e ter paz, sei que a estrada pode ser longa, mas eu olho para o céu e vejo você, a minha iluminada estrela, você é minha luz no escuro, Paty, fique comigo e vamos fazer acontecer. Eu estava no escuro, mas encontrei você, a minha luz, a minha esperança, vamos fazer acontecer.

            Ah, se ela soubesse! Ah, se ela pudesse imaginar o quanto aquelas palavras são exatamente como me sinto, talvez não só eu veja luz nela, mas, inexplicavelmente ela também ver em mim, talvez simplesmente fomos feitas uma para a outra. Eu apenas sorrio para ela, porque eu quero aquilo também, eu quero ela para sempre em minha vida.

- Eu quero você também, Angell. Eu sou uma bagunça, vivo no escuro, mas você me ajuda, você me dá luz, eu adoro a sua luz.

- Eu serei até sua lanterna em uma noite escura, meu amor, eu serei o que você quiser para te ver sorrir.  

            E eu sorri apenas com isso.

- Eu tenho o que preciso quando estou em seus braços, Angell, você ilumina o meu caminho, a minha vida, me dá esperança. Agora eu posso olhar em volta e consigo ver vida, consigo ver um futuro se você estiver nele. Meu coração sempre acelera mais quando você está perto, não dá mais para me enganar, para nos enganar, eu vejo vida entre nós, você me guia pela noite escura e faz meus olhos brilharem só com a sua presença, não dá mais para negar, você é minha luz, Angell, eu amo você.

            Ela sorri para mim, agora me puxa com mais força para seus braços, com carinho, mas com posse, porque eu era dela, assim como ela era minha. Aquilo era real. Seus lábios e as batidas fortes do seu coração me diziam isso, ela era minha, eu era a luz dela, tanto quanto ela era minha. De repente a porta do quarto é aberta com força e rapidez, nos separamos e vimos minha mãe nos encarando, ela estava um pouco assustada, mas não disse nada, apenas saiu e fechou a porta. Angell me encara e acaricia a minha bochecha, ela sabe que temos um caminho longo pela frente, e ele está só começando.

- Espere aqui, fique calma, tudo bem? – Eu concordo com a cabeça. – Eu amo você.

            Diz por fim e sai do quarto, mas eu não resisti, fui atrás de você, sentei na escada e escutei vocês conversarem.

- Angell, eu sei que você é uma boa garota, sei que faz bem para a minha filha, mas você sabe que ela é especial, sabe que ficar com ela significa ter cuidados especiais.

- Eu sei senhora. Eu nunca machucaria a Paty. Entenda, todo mundo fala que ela é especial, que precisa de ajuda, que isso e aquilo, mas eu também preciso, eu sou uma garota que vive apenas com o pai, porque a mãe foi embora com outro homem. – Eu sinto a sua dor por isso, querida, eu lembro que chorou em meus braços quando me falou isso. – Há muito tempo não me sentia feliz, mas então encontrei sua filha, naquele dia, naquele corredor, eu vi luz nela, pela primeira vez em alguns anos eu vi o fim do túnel e lá estava Paty, me esperando, irradiando uma luz que só eu consigo ver nela. Ela não é especial por sua doença, ela é especial por ser essa pessoa maravilhosa. Eu a amo senhora, amo mais do que qualquer pessoa possa descrever, e não pense que é um amor adolescente, ela é minha luz, e eu sei que sou a dela. A senhora mesmo disse que ela costumava ter mais de duas crises por dia, diga-me, desde que nos conhecemos, quantas crises ela teve? – E é verdade, meu amor, você me trouxe paz. – Pois é, ela tem uma doença, eu sei disso, mas eu também sei que quando estou ao seu lado, Paty consegue se controlar mais, se acalmar mais, ela me ama, assim como eu a amo. Eu só quero que saiba que eu a faço bem, eu sei que sim, porque ela faz o mesmo comigo. Eu a amo, senhora.

            Eu estou chorando, assim como escuto a minha mãe chorar também. Eu amo tanto você, Angell, tanto! Você entrou na minha vida na hora certa.

- Obrigada, eu sei que ela gosta de você da mesma forma.

            Escuto a minha mãe falar, então corro para o meu quarto. Eu só conseguia sorrir, porque você me ama, você é a minha luz. Então você entra mais uma vez em meu quarto, meu amor, seu sorriso, o meu sorriso. Vai até mim e me abraça pela cintura.

- Eu amo você, minha estrela. – Você diz me encarando.

- Eu amo você, minha luz.

 

            E me beijou, porque agora sempre que nossos lábios se tocavam, eu sabia que suas palavras eram verdadeiras. Nós somos as luzes uma da outra, Angell. A esperança de um futuro, coisa que acreditávamos não existir em nossos destinos. Agora eu o vejo, eu almejo uma família com você, apenas com você, porque você é minha luz, e nem que seja uma simples lanterna, mas eu sei que estará lá iluminando o meu caminho. Eu amo você, Angell e você provou que me ama até os últimos dias de nossas vidas. 

Nome: Blume (Assinado) · Data: 10/11/2017 13:30 · Para: 10. FLASHLIGHT (Lanterna) – Jessie J

Ola,

Quando vi o nome da cantora, eu disse para me, não é possível seria muito coincidência porque hoje estava a ver uma mini reportagem no CNN e  era exatamente da Jessie J e acabaram dando um clip que gostei e logo coloquei na cabeça que teria que baixar a música.

Mas depois vi que a música era diferente a música que vi foi NOT MY EX (a musica e o clip nota 1000).

Bommmm pelo menos a cantora era a mesma. Esta música já tinha ouvido só não conhecia o título e também a música não deixa a desejar.

Ohhhh Ceus a adaptação ficou maravilhosa. Não sei como consegues fazer isso.

 

Parabéns 

 

bjbj



Resposta do autor:

kkk nem eu sei como consigo, em alguns casos tive que ficar escutando a música um tempão, deixando fluir o enrendo, foi o caso dessa, apesar de já conhecê-la, mas foi muio legal fazer, bjussss



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