A ilha do falcÃo por Vandinha


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A Ilha do Falcão

 

Natasha Falcão

 

Mariana inclinou-se sobre Natasha na cama e afastou uma mecha de cabelo do seu rosto.

-- Eu nunca me esquecerei de você -- disse Mariana com os olhos cheios de lágrimas -- Vou te amar para sempre.

Natasha se levantou bruscamente, fitando-a com raiva.

-- Você é uma cínica -- ela disse, irritada -- Se me amasse como diz que me ama, jamais iria embora.

Natasha estava revoltada. Demonstrara para ela os sentimentos mais profundos e, agora, ela estava dizendo adeus. Natasha ficou enjoada.

-- Vou levar comigo na memória os momentos maravilhosos que vivemos. Os beijos, o primeiro encontro... -- um nó se formou na garganta de Mariana --Tenho de fazer isso, porque se não fizer, não ficarei em paz comigo mesma. Esperei a vida inteira por esse momento. Esse projeto português dedicado à arte africana e que também prevê a construção de um Centro de Arte Africana Contemporânea, será uma experiência única que não posso perder de forma alguma.

-- Ser trocada por girafas, hipopótamos, leões... é fim de carreira -- Natasha fechou os olhos, tentando digerir o que estava acontecendo. Mas não conseguia. Estava lá, em sua luxuosa suíte particular, sendo informada de que sua namorada em poucas horas embarcaria em definitivo para a África. Parecia mentira, mas era verdade. A mais pura verdade. Ela estava falando sério.

-- Já havíamos conversado sobre isso, Natasha. Pensei que tivesse aceito a nossa separação numa boa! -- a garganta de Mariana se apertou novamente -- É triste, mas às vezes, só amor não basta -- não foi fácil dizer aquilo.

-- E eu aceitei, mas isso não quer dizer que tenha que ficar escutando esse papinho de eu te amo, mas adeus, com a maior passividade do mundo -- caminhou até a janela e colou o nariz na vidraça. Se pelo menos o dia não estivesse chuvoso, ela talvez se sentisse melhor.

-- Eu te amo, Natasha, muito! E espero que um dia você possa me perdoar -- ela disse com a voz emocionada -- Acredite em mim.

Natasha respirou profundamente buscando o ar que começava a faltar, pegou a bombinha e aspirou algumas vezes, até sentir-se um pouco melhor.

Mariana tentou se aproximar para ampará-la, mas Natasha se afastou bruscamente.

-- Vou tomar um banho. Por favor Mariana, não esteja mais aqui quando eu voltar.

Mariana olhou-a surpresa e assustada. Ainda precisava de Natasha. Mesmo o bom salário de fotógrafa que receberia não seria suficiente para ela manter o alto padrão de vida; além disso, era viciada em compras e a empresária sempre atendia a todos os seus caprichos.

-- Não podemos terminar desse jeito, Natasha, como duas inimigas.

-- Não, claro que não -- respondeu Natasha -- Pois nem como inimiga eu te quero mais em minha vida.

As palavras de Natasha chegavam a causar dor em Mariana. Foi como um golpe na boca do estômago.

A empresária andou vagarosamente em direção à porta do quarto.

-- Entregue o seu cartão magnético da porta da minha suíte, na recepção. Você não vai mais precisar dele -- disse sem se virar.

No quarto, Natasha abriu o chuveiro e deixou a água quente cair sobre o corpo. Então, junto com a decepção, uma outra sensação começou a percorrê-la: ódio.

Depois de muito tempo, desligou o chuveiro e saiu do banho. Enxugou-se e colocou a primeira roupa que viu pela frente. Encostou o ouvido na porta e ficou parada ali por um momento, a mão na maçaneta, a respiração pesada, ouviu o tilintar de copos. Ela ainda estava lá.

Quando retornou a sala, Natasha encontrou Mariana junto ao bar, com um copo de bebida na mão. Sua expressão era indecifrável, como se estivesse sofrendo. Porém, a empresária não acreditou.

-- Posso lhe servir um drinque, Natasha? -- ela ofereceu.

-- Não! -- respondeu seca -- Vá embora daqui Mariana, não quero mais te olhar -- sacudiu os cabelos molhados, depois prendeu uma mecha atrás da orelha -- Não me fale em amor, o amor não existe. Nem nunca vai existir. Não existe felizes para sempre, nem aquele sentimento de que o amor pode tudo, isso é só mais uma ilusão. Aliás, você, foi pura ilusão -- a voz de Natasha saiu fria, indiferente, desiludida.

Depois das duras palavras de Natasha, Mariana desistiu de tentar manter ao menos a amizade. Naquele momento ela estava muito magoada. Seria impossível estabelecer um diálogo amigável.

Sem dizer uma palavra, colocou o copo sobre a mesa e caminhou até a porta.

-- Adeus, Natasha -- murmurou Mariana numa voz estrangulada -- Sinto muito.

Quando a porta se abriu e Mariana saiu por ela, foi que Natasha teve noção do tamanho do estrago que a morena causara em seu coração.

-- Sinto muito, um caral... -- espiou pela janela e com o coração aos pulos pode ver a bela mulher entrar em um taxi. Natasha ajeitou os cabelos em desalinho que lhe caíam sobre a testa e afastou-se. Não queria mais se torturar. Ouviu o ronco forte do motor diminuir aos poucos até se tornar inaudível, e ela concluiu que, Mariana realmente foi embora.

 

Um ano depois...

Os últimos meses de Natasha haviam sido uma tentativa de sufocar emoções e esquecer Mariana.

Não era mulher de ficar chorando pelos cantos, muito pelo contrário, era forte e determinada.

-- A patroa vai sair a cavalo? -- perguntou Saulo, da porta do estábulo -- A chefe não quer que eu chame o Hannibal?

-- Não precisa. Vou apenas cavalgar pela trilha proibida. Traga o Falcão para mim -- pediu Natasha.

Falcão era o cavalo preferido de Natasha. Era aparentemente manso, mas genioso e independente como a dona.

-- Vamos ver se você ainda aguenta o tranco -- afagou as crinas do animal e pulou em seu lombo.

Minutos depois, estava cavalgando pelas trilhas cercadas de árvores por ambos os lados. Subiu um morro e entrou na mata que dava para um atalho até a praia. Precisava espairecer e aquele pedaço perdido de paraíso era a sua terapia preferida.

Olhou longe e avistou as gaivotas voando sobre as águas. Apressou o cavalo instintivamente. Conforme se aproximava do velho casebre diminuiu o ritmo e foi parando.

Desmontou e prendeu as rédeas em um galho a sombra de uma árvore. Aliviada, Natasha constatou que seu santuário ainda permanecia em segredo. Nenhum turista abelhudo havia profanado o lugar para onde sempre fugia, quando precisava de paz interior.

Subiu os degraus com cuidado, afastando as folhas secas do chão. Examinou a antiga construção com admiração. A casa resistia ao tempo com bravura e apesar das fortes tempestades que se formavam a beira mar, ela permanecia ali, de pé, lutando bravamente.

Natasha sentou na escada da varanda. De onde estava, ouvia o estrondo das ondas quebrando nos rochedos e o canto dos pássaros. Uma lágrima rolou pelo rosto. Só então percebeu que mesmo depois de um ano o sofrimento pela partida de Mariana ainda não havia desaparecido do seu peito.

Ela havia sido uma conquista fácil para Mariana, uma mulher egocêntrica e fria. Desde o inicio os amigos e funcionários desaprovavam a relação, mas ela estava cega e não deu importância a opinião de terceiros. Pagou os estudos dela, financiou projetos, ofereceu uma vida de mordomias e luxo. Para que? Para ela se transformar em uma fotografa famosa, solicitada pelas maiores empresas de jornalismo e moda do mundo.

Com raiva secou as lágrimas que caiam.

-- Não vale a pena derramar uma lágrima por aquela falsa interesseira. Nunca mais vou permitir que outra mulher me faça de boba -- ela riu, amargamente -- Nunca mais.

Falcão relinchou, impaciente.

-- Já vamos, amigão -- sorrindo, aproximou-se dele, tocando-o de leve -- Você é o único amigo em que posso confiar.

 

Seus cabelos estavam úmidos, os olhos fechados e o rosto avermelhado devido a febre. Jessy tocou-lhe a testa quente e ficou aflita.

-- Você tomou o antitérmico que eu trouxe?

-- Tomei -- Natasha respondeu num fio de voz. Ela tremia muito, e seu rosto estava banhado em suor.

-- Mas a febre não baixou -- comentou Jessy, preocupada.

-- O que pretende fazer? -- Léozinho perguntou, observando o rosto angustiado de Jessy.

-- Eu chamei a doutora Sibele. Ela já deve estar chegando. Infelizmente só nos resta esperá-la -- Jessy sentou-se na beirada da cama e tomou a mão da patroa entre as suas.

-- Vocês estão exagerando -- disse Natasha, puxando a mão -- Ainda não se acostumaram com as minhas crises de asma?

-- Soubemos muito bem como são as suas crises, por isso mesmo estamos tão preocupados.

-- A doutora Sibele foi contratada para permanecer 24 horas por dia no hotel. Por onde anda essa criaturinha? -- Léozinho resmungou indignado -- Vou procurá-la! -- ele disse, erguendo-se. Atravessou o quarto e abriu a porta, dando de cara com Sibele que já estava de pé no corredor.

-- O que houve? -- perguntou, aproximando-se da cama com sua maleta.

-- Adivinha, kirida? -- Léozinho perguntou com ironia -- Tava onde flô?

-- Natasha está desde ontem com febre e dificuldade para respirar. Está tomando as medicações e usando a bombinha, mas, mesmo assim não vemos melhora -- Jessy afastou-se para dar espaço a médica.

Sibele voltou-se de imediato para Natasha. Sentindo a presença de Léozinho nas suas costas.

-- Vou administrar a medicação por via intravenosa, é mais veloz e eficiente.

-- Você não devia se ausentar por tanto tempo. Sabe muito bem que podemos precisar de você a qualquer momento -- Léozinho sentou-se em uma poltrona próximo à cama de Natasha -- Você é paga e, muito bem paga, diga-se de passagem, para ficar 24 horas por dia, aqui na ilha.

Sibele parou o que estava fazendo e olhou zangada para ele.

-- Minha chefe é a Natasha, você não tem nada que ficar metendo o bedelho -- jogou a cabeça para trás e ficou olhando para o frasco de soro pendurado.

-- Meto sim! Natashatíssssima é a minha chefinha e não vou permitir negligências -- Léozinho falou alto, olhando para as unhas disfarçadamente.

-- Chatíssssima, vai ficar a sua cara se não parar de chamar ela assim -- Sibele disse irritada -- Você sabe que ela odeia.

-- Será que dá para vocês calarem a boca? -- disse Natasha, levantando a cabeça e olhando para eles de forma ameaçadora -- Vou expulsar todos vocês daqui.

-- Desculpa! -- Léozinho inclinou-se para a frente e sacudiu a cabeça -- É que me preocupo com você, Natashow.

Jessy revirou os olhos.

-- Vamos sair daqui, Léo -- disse a gerente, ajeitando o cobertor sobre o corpo de Natasha -- Vamos deixá-la descansar.

Assim que eles saíram e fecharam a porta, Sibele se sentou na beirada da cama.

-- O remédio fará efeito em alguns minutos.

Os lábios de Natasha se moveram, mas o som saiu baixinho. Então Sibele aproximou-se ainda mais dela. Natasha respirava com certa dificuldade. Estava com o peito doendo devido aos acessos de tosse que a acometeu nos últimos dias.

-- Quer alguma coisa, Natasha?

-- Quero me sentar.

Sibele ajeitou os travesseiros para ela se apoiar.

Bateram na porta de leve e logo ela se abriu.

-- Com licença -- Léozinho colocou a cabeça para dentro -- Já descansou chefinha?

Sibele olhou para ele incrédula.

-- Você acabou de sair daqui!

-- É? Parece que faz tanto tempo.

A médica balançou a cabeça e se voltou para Natasha.

-- Está com fome? Eu peço para a Sílvia preparar algo bem gostoso para você -- Sibele perguntou estendendo o braço para ajudá-la a sentar.

-- Você tem que comer, Natashatíssssima.

-- Não, não quero comer -- murmurou devagar -- Se me chamar de Natashatíssssima de novo, vou pendurar você pelos dentes em uma corrente presa ao teto.

-- A poderosíssima parece ter melhorado um pouco. Até falou comigo.

-- Como está se sentindo? -- perguntou Sibele, fechando o soro.

-- Muito melhor -- foi sua resposta. Natasha olhou para os dois de cara feia -- Convivo com essas crises desde criança, acho até, que sentiria falta delas se acabassem. Sei muito bem lidar com essas crises -- sorriu com ironia, e repetiu: -- Estou melhor.

A franqueza, forçava Sibele a admitir que, sem dúvida, Natasha era a mulher mais bonita que já havia conhecido, embora a empresária não ligasse para isso. Aos vinte e seis anos estava na plenitude da vida. Ria com belos olhos verdes matreiros, tinha cabelos castanhos claros e mesmo abatida pela doença, possuía um sorriso de tirar o fôlego.

-- Se você está dizendo... -- Sibele recolheu o soro, sua maleta e abriu a porta -- Precisando de mim, estou no ambulatório.

Léozinho esperou que Sibele fechasse a porta para falar:

-- Tenho um assunto muito chato para conversar com você, portentosa.

-- O Flamengo ganhou do Fluminense -- Natasha jogou o cobertor longe e se levantou da cama.

-- É sobre a falecida -- sussurrou Léozinho.

-- Quem? -- Natasha franziu o cenho, sem entender.

-- A defunta, morta, fímbria, finada.

-- A Mariana?

-- É.

Só de falar o nome dela, um calor percorreu por seu corpo, e ela fingiu desinteresse. A última coisa que queria fazer era mostrar qualquer sinal de que estava perturbada.

-- O que tem aquela vassoura de piaçava? -- abriu o closet e retirou uma blusa branca.

-- Chegou a fatura do cartão de crédito da Mariana. Ela gastou uma fortuna com equipamentos fotográficos.

Natasha levantou uma sobrancelha, mas não comentou nada. Vestiu um blazer feminino de linho preto que lhe dava um ar sério. Por baixo vestia uma fina blusa branca de gola alta, criando um look elegante.

-- Na minha opinião você deveria cortar o barato dessa folgada -- Léozinho falava enquanto recolhia as roupas que Natasha jogara no chão.

-- Legal sua opinião, pena que eu não ligo para ela -- respondeu malcriada e sentou na cama para calçar os sapatos.

-- Não entendo porque a chefinha ainda sustenta essa piranha -- Léozinho pensou por alguns segundos -- A não ser que... Meu Deus!

Natasha deu um pulo.

-- O que? -- perguntou assustada.

-- A não ser que... A invejável ainda pense em voltar com ela.

Natasha se levantou irritada.

-- Tá louco! Voltar com ex-namorada é como comprar um carro que já foi seu. Vem com os mesmos defeitos, só que mais rodado. E tem outra, daquela lá, quero é distância -- Natasha caminhou até a porta, lembrou de algo e voltou -- Faz o seguinte, Léozinho! Cancela todos os cartões da carcará, quero ver ela se virar apenas com o salário de fotógrafa -- A empresária deixou escapar uma risadinha maldosa.

-- Tem certeza que quer fazer isso? -- Léozinho estava vibrando com a decisão da patroa. Ele odiava aquela mulher. Odiava o sorriso presunçoso que aparecia em seu rosto quando zombava dele. Aquela mulher, aquela bruxa, sentia prazer em humilhá-lo, destruí-lo, em frente a todos.

-- Absoluta certeza. Saiba que existem três jeitos de fazer as coisas: o jeito certo, o jeito errado e o meu jeito. Pode cancelar todos os cartões.

-- Vai sair, poderosa?

-- Vou dar as boas vindas à uma hóspede -- colocou uma gota de perfume no pescoço e atrás das orelhas -- Se eu não voltar em meia hora...

-- Já sei. Não preciso me preocupar -- ele rodopiou o corpo como um mestre-sala -- Danadinha!

Natasha revirou os olhos e fitou o teto.

-- Vai trabalhar, Leopoldo.

 

Natasha bateu à porta do quarto de Lalesca e ficou esperando, impaciente. Por algum tempo, nada escutou. Depois de alguns segundos, a porta foi escancarada violentamente e uma bela morena apareceu diante dela com os cabelos molhados, o rosto perfeito e uma camisola, tão transparente que, Natasha não conseguia desviar o olhar. A visão era magnífica.

-- Entre, senhorita Falcão -- disse com uma voz sedutora.

-- Obrigada -- Natasha agradeceu, dando uma rápida olhada para dentro do apartamento. O clima estava gostoso, meia luz e as cortinas estavam totalmente fechadas -- Gostou do apartamento que reservaram para você?

-- Adorei! -- os olhos negros de Lalesca capturaram os de Natasha -- A propósito, ainda não tive a chance de agradecer por tanta gentileza.

-- Não fiz mais do que minha obrigação -- ela respondeu com um leve curvar de lábios e também a expressão sensual que tanto excitava as mulheres que a conheciam.

Lalesca aproximou-se lentamente, encostando seu corpo ao de Natasha, as mãos deslizando para baixo, até segurarem-lhe os pulsos.

-- Estou louca por você e quero beijá-la agora mesmo! Ela roçou os lábios nos lábios da empresária -- Sua pele é tão macia. E seu perfume é uma loucura -- ela puxou Natasha até o quarto, uma vez lá dentro, arrancou a camisola e jogou-a no chão -- Faça amor comigo -- murmurou ela -- Estou queimando de tesão.

 

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Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 21/07/2018 00:07 · Para: Capítulo 1 -- Natasha Falcão

FELIZ DIA DO AMIGO!

Obrigada por todos os momentos que passamos aqui!

Abraços e beijinhos procês aí!

 



Nome: Risa (Assinado) · Data: 21/06/2018 02:53 · Para: Capítulo 1 -- Natasha Falcão

Vandinha lindona, volte saudades dessa história massa poste mais  um capítulo estou ansiosa por demais.

Bjs no coração!!



Resposta do autor:

Olá minha querida.

Nesse exato momento estou terminando o capítulo 40. Com certeza pela manhã a história será atualizada.

Beijão, obrigada por acompanhar a Ilha do Falcão.

 



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 03/01/2018 17:50 · Para: Capítulo 1 -- Natasha Falcão

Uau  início de ano e mais um conto da maravilhosa Vándinha. Oh coisa Boa. E ja amei a toda poderosa Falcão. Bjs



Resposta do autor:

Olá Patty!

Ano novo, conto novo.

É isso aí. Vai ser legal. Conto contigo.

Beijão. Até amanhã.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 03/01/2018 17:35 · Para: Capítulo 1 -- Natasha Falcão

Ola Vandinha

Gostei do início

Vamos aguardar para descobrir mais da Natacha Falcão. Cortar logo os cartões da fulana e deixar ela correr atrás para poder se manter.

Bjus e até o próximo capítulo



Resposta do autor:

Olá Mille. Seja bem vinda.

Um beijão. Até amanhã.



Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 03/01/2018 14:58 · Para: Capítulo 1 -- Natasha Falcão

Oi, Van!

Ficou um gostinho de quero mais.

Mais um romance que irei acompanhar com a mesma alegria dos outros

Bem vinda novamente!

Deus proteja seu dom: que é nós alegrar com sua escrita

Abraços fraternos procês aí!



Resposta do autor:

Olá!

Que maravilha!

Conto com você, meu anjo.

Paz e Luz.



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